No seguimento do trabalho de AI, deixo-vos com a Walt Disney no seu melhor na forma de uma animação sobre o regime Nazista. Não tem legendas mas a animação fala por si. Muito antigo, mas muito bom. Um desenho animado que retrata o Nasismo de uma forma infantil.
"Tudo o que sei, aprendi no Jardim de Infância"
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sábado, 17 de abril de 2010
Walt Disney - Hitler's Children Education For Death
sábado, 30 de janeiro de 2010
A Inteligencia Artificial.
É a actual matéria de Área de integração. É uma matéria que me levará a realizar um trabalho em pares, sobre Robôts. Será que estão a par do que é isto de Inteligência Artificial? A importância que tem? Não? Então vejam só!A Inteligência Artificial possibilita programar robôs que reagem de forma adequada a determinado estímulo, captado em tempo real pelas câmaras e sensores e analisado posteriormente pelo computador incorporado.
Inteligência Artificial

Robôs com sentimentos são cada vez mais realidade
De acordo com a informação que recebem do exterior e da que têm armazenada na memória, os robôs ou as personagens virtuais, muito usadas no cinema, decidem qual a melhor resposta. E a reacção é muitas vezes inesperada.
A evolução da informática, aliada a materiais específicos faz com que existam variados tipos de robôs inteligentes, desenvolvidos para diferentes aplicações. O Pleo é um dinossauro que à primeira vista parece um brinquedo, mas que, com recurso à inteligência artificial, poderá representar o futuro animal doméstico. Este dinossauro vive no Taguspark, juntamente com o i-Cat – um robô que também reage a estímulos, mas através de expressões faciais.

Com estas duas aplicações Portugal participa num projecto europeu que pretende aprofundar relações entre homens e máquinas. O objectivo é criar personagens artificiais capazes de interagir com pessoas em cenários do dia-a-dia e a longo prazo.
Robôs de estimação
O projecto europeu prevê que em 2012 os robôs de estimação sejam os melhores amigos do homem. Entretanto investigadores de todo o mundo tentam tornar as máquinas cada vez mais inteligentes para responderem cada vez melhor e de forma mais autónoma aos diferentes estímulos humanos.
É caso para perguntar se um dia, e à semelhança do que tentam imitar no homem, serão capazes de amar ou odiar…
Fonte: http://sic.sapo.pt/online/noticias/programas/falarglobal/Artigos/Inteligencia+Artificial.htm
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domingo, 24 de janeiro de 2010
Área de Integração - Preformismo e Epigénese

Actualmente, sabe-se que o ser humano «é o resultado de uma complexa história de desenvolvimento, em que se entrelaçam factores hereditários e experienciais» (Telford e Sawrey). Todavia, foram várias as concepções que surgiram que aceitavam apenas o Homem enquanto dimensão genética, como a concepção preformista. O preformismo defende que a acção genética é a única causadora do Homem enquanto ser, não importando o meio em que está integrado. Tudo o que somos está já predeterminado, somos fruto da nossa hereditariedade.
Obviamente, esta teoria não foi corroborada, pelo contrário, sabemos que a verdade se encontra na concepção epigenética. A epigénese diz-nos que o ser humano resulta do seu código genético e da interacção com o meio. O meio adquire, assim, um papel fundamental no desenvolvimento do Homem. O que nos leva a considerar que somos seres inacabados quer física quer psicologicamente, pois a existência humana deriva de inúmeros acontecimentos e do nosso potencial herdado. O nosso inacabamento pode-se dizer ser duplo, dado que somos caracterizados pelo inacabamento mental – prematuridade -, e pelo físico – neotenia. A prematuridade permite-nos crescer e desenvolver psicologicamente da melhor forma possível, se inicialmente temos necessidade de aprender a falar, caminhar, escrever (ao contrário dos animais, que nascem com uma Natureza dada), conseguimos facilmente evoluir para um estado racional muito superior. Já a neotenia permite o nosso mais correcto crescimento físico, crescemos progressivamente, sendo que o nosso cérebro, por exemplo, nunca pára de crescer.
O inacabamento humano traz, deste modo, inúmeras vantagens, pois possibilita a evolução progressiva do ser humano, este é, pois, capaz de se adaptar e, em função das condições em que terá de crescer, desenvolver-se. Somos portanto capazes de produzir um organismo cada vez mais complexo, como afirma o excerto.
O ser humano caracteriza-se, assim, pela complexidade do seu desenvolvimento, que nos leva a considerar o quão perfeita a Natureza é!
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sábado, 16 de janeiro de 2010
O que é um Mito?

As antigas religiões que atualmente não mais existem, foram grandes reguladoras do sagrado, pois, constantemente, estavam em contato com as forças invisíveis através de sacrifícios que possuíam a sua ritualização própria. O mito é um dispositivo utilizado pelos antigos, para contar os fatos acontecidos em relação sua vivência cotidiana, utilizando-se da linguagem simbólica. O rito, já é concretização do mito, por exemplo: O casamento; A purificação de jovens meninas para entrarem numa tribo na África, cortando o hímen. No rito a palavra e os gestos ganham a sua sacralidade, e é por isso que muitas tradições existem até hoje, especificamente o Cristianismo.
O mito no seu sentido de origem:

“O mito é a mais antiga forma de conhecimento, de consciência existencial e ao mesmo tempo, de representação religiosa sobre a origem do mundo, sobre os fenômenos naturais e a vida humana. Deriva do grego mythos, palavra, narração ou mesmo discurso, e dos verbos mytheyo (contar, narrar) e mytheo (anunciar e conversar). Sua função, por tanto é a de descrever, lembrar e interpretar todas as origens, seja ela a do cosmo(cosmogonia), dos (teogonia) , das forças e fenômenos naturais (vento, chuva, relâmpago, acidente geográfico, seja ela a da causas primordiais que impuseram ao homem as suas condições de vida e seus comportamentos. Em síntese, é a primeira manifestação de um sentido para o mundo”.
O mito no dicionário:

Mito sm. 1. Relato sobre o seres e acontecimentos imaginários acerca dos primeiros tempos ou de épocas heróicas 2. Narrativa de significação simbólica, transmitida de geração em geração dentro e determinado grupo, e considerada verdadeira por ele. 3. Idéia falsa, que distorce a realidade ou não corresponde a ela. 4.Pessoa fato ou coisa real valorizados pela imaginação popular, pela tradição, etc. Coisa ou pessoa fictícia, irreal; fábula.
O mito na realidade humana:
O mito, porém, não é só forma de expressão; os símbolos e as imagens coligadas no mito refletem a realidade verdadeira existente, porém tão profunda e vasta que não poderá ser apreendida por conceitos próprios. Por isso, o mito não nasce do nada, mas, sim, de uma experiência profunda.(....) O mito, porém, será vivido e vestido como material representativo de cad época. De tempos em tempos, morreram os mitos. Mas a realidade que os fez nascer está sempre aí a desafiar os homens e buscando irromper na consciência do espírito. Por isso, nascem de novo outros mitos, que por sua vez serão outras tantas tentativas de apreender o inapreenssível, de formular o informulável, e deixar falar o que é por si, indizível.
O mito na história:

“Na ciência das mitologias - se é que podemos chamar assim nos referir -, encontra-se a clássica definição de Mircea Eliad, quem conceitua o mito, inserindo-o em uma categoria da história sagrada, uma história em que ele, o mito, toma forma de seres que se assemelham à imagem humana. O mito é identificado por Eliade como Deus ou como Herói Civilizador. Nessa perspectiva, seria o mito a tentativa descritiva das origens das coisas e da existência. Seria – visto por outro prisma – o fator capaz de preservar e transmitir paradigmas e exemplos de que se utiliza a natureza humana”.
O mito na linguagem:

Definido com recurso ideológico o mito não se constitui em negação das coisas. Ao contrário, ele penetra na linguagem para falar delas – as coisas -, fornecendo-lhes fundamentação da natureza e a eternidade. Podemos observar que as ideologias que influenciam uma determinada civilização, assim como a teologia, ao assumir um caráter oficial, vale-se dessa condição para a manutenção ou transformação do “statuto quo”. O mito se apresenta como responsável pela indagação que o ser humano faz em torno de sua própria eternização.
Enfim, o mito cria uma compensação simbólica e imaginária para dificuldades, tensões e lutas reais tidas como insolúveis; omito se refere a esse fundo invisível e tenso e o resolve imaginariamente para garantir a permanência da organização. O mito na cultura da sociedade conta uma história (real) dramática, na qual a ordem do mundo (o reino animal, mineral, vegetal e humano) foi criada e constituída.
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sábado, 9 de janeiro de 2010
O Mito de Prometeu

Esta matéria é uma das minhas favoritas. Adoro mitologia e o Mito de Prometeu é mais uma história que nos remete para o antigo poderio e domínio dos deuses. Fala-nos sobre a origem da humanidade e é actualmente matéria de A.I. Conheçam agora o mito.
O Céu e Terra já estavam criados. A parte ígnea, mais leve, tinha-se espalhado e formado o firmamento. O ar colocou-se de seguida. A terra, como era mais pesada, ficou por baixo e a água ocupou o ponto inferior, fazendo flutuar a terra. Neste mundo assim criado, habitavam as plantas e os animais. Mas faltava a criatura na qual pudesse habitar o espírito divino.

Foi então que chegou à terra o Titã Prometeu, descendente da antiga raça de deuses destronada por Zeus. O gigante sabia que na terra estava adormecida a semente dos céus. Por isso apanhou um bocado de argila e molhou-a com um pouco de água de um rio. Com essa matéria fez o homem, à semelhança dos deuses, para que fosse o senhor da terra. Tirou das almas dos animais características boas e más, animando assim a sua criatura. E Atena, deusa da sabedoria, admirou a criação do filho dos Titãs e insuflou naquela imagem de argila o espírito com o sopro divino.
Foi assim que surgiram os primeiros seres humanos, que logo povoaram a terra. Mas faltavam-lhes conhecimentos sobre os assuntos da terra e do céu. Vagueavam sem saber a arte da construção, da agricultura, da filosofia. Não sabiam caçar ou pescar - e nada sabiam sobre a sua origem divina.
Prometeu aproximou-se e ensinou às suas criaturas todos esses segredos. Inventou o arado para o homem poder plantar, a cunhagem das moedas para que houvesse o comércio, a escrita e a extracção do minério. Ensinou-lhes a arte da profecia e da astronomia, enfim todas as artes necessárias ao desenvolvimento da humanidade.
No entanto faltava-lhes ainda um último dom para se puderem manter vivos - o fogo. Este dom, entretanto, havia sido negado à humanidade pelo grande Zeus. Porém, Prometeu apanhou um caule do nártex, aproximou-se da carruagem de Febo (o Sol) e incendiou o caule. Com esta tocha, Prometeu entregou o fogo para a humanidade, o que lhe dava a possibilidade de dominar o mundo e os seus habitantes.
Zeus, porém, irritou-se ao ver que o homem possuíra o fogo e que a sua vontade tinha sido contrariada. Por isso tramou no Olimpo a sua vingança. Mandou que Hefesto fizesse uma estátua de uma linda donzela, a que chamou Pandora - "a que possui todos os dons",(uma vez que cada um dos deuses deu à donzela um dom). Afrodite deu-lhe a beleza, Hermes o dom da fala, Apólo, a música. Vários outros encantos foram consedidos à criatura pelos deuses.

Zeus pediu ainda que cada imortal reservasse um malefício para a humanidade. Esses presentes maléficos foram guardados numa caixa, que a donzela levava nas mãos. Pandora, então, desceu à terra, conduzida por Hermes, e aproximou-se de Epimeteu - "o que pensa depois", o irmão de Prometeu - "aquele que pensa antes" e diante dele abriu a tampa do presente de Zeus. Foi então que a humanidade, que até aquele momento havia habitado num mundo sem doenças ou sofrimentos, se viu assaltada por inúmeros malefícios. Pandora tornou a fechar a caixa rapidamente, antes que o único benefício que havia na caixa escapasse - a esperança.
Zeus dirigiu então a sua fúria contra o próprio Prometeu, mandando que Hefesto e seus serviçais Crato e Bia (o poder e a violência) acorrentassem o Titã a um penhasco do monte Cáucaso. Mandou ainda uma águia devorar diariamente o fígado de Prometeu que, por ser ele um Titã, se regenerava. O seu sofrimento durou por inúmeras eras, até que Hércules passou por ele e viu o seu sofrimento. Abateu a gigantesca águia com uma flecha certeira e libertou o cativo das suas correntes. Entretanto, para que a vontade de Zeus fosse cumprida, o gigante passou a usar um anel com uma pedra retirada do monte. Assim, Zeus sempre poderia afirmar que Prometeu se mantinha preso ao Cáucaso.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Área de Integração - O Iluminismo
Foi encontrado pela minha amiga Bruna este grande trabalho sobre o Iluminismo. Uma matéria muito recente de Área de Integração. Está bastante completo e muito apelativo.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Parlamento Global Junior - Área de Integração

Querem saber um pouco mais sobre a nossa Democracia. É simples. Basta visitarem este site encontrado pela minha colega Isa. Uma forma bastante simples e divertida de contar às crianças todas aquelas matérias chatas dos partidos politicos ou dos presidentes que governaram Portugal. Assim se fomenta a educação, porque é desde pequenino que se começa a aprender. Agora os mais pequenos também poderão discutir a politica, com os seus pais lá em casa. Visitem que vale a pena.
A História de Portugal em 7 minutos...e 17 segundo - Área de Integraçãos

Mas nem só da Implantação da Republica se fez a história de Portugal. Este vídeo que vos trago agora, foi-me dado pela Professora De Área de Integração. É muito divertido e apresenta um sentido de humor muito original. Vamos lá então ver a História de Portugal em 7 minutos...e 17 segundos, claro.
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A Implantação da Républica
O site Junior é perito em explicar aos mais pequenos de forma bem simples, algumas matérias bem complicadas. Durante a nossa semana de AI, falámos sobre diversos temas. A implementação da Républica foi um deles, e o site junior aborda o tema de uma forma muito interessante para os amigos mais pequenos. Assim, podem ver aqui no Blog, como caiu a Monarquia e Portugal deixou de ter reis, passando a ser governado por vários presidentes desde então. Vejam só.
O 5 de Outubro e a Implantação da República
Portugal foi, desde a sua fundação, governado por reis. A essa forma de governo chama-se monarquia.
No entanto, nos finais do século XIX, havia muitas pessoas que achavam que a monarquia não era a melhor forma de governar um país: o rei reinava a vida toda.
Quando morria era o filho mais velho, o príncipe, que tomava o seu lugar.
Os problemas que as pessoas viam na monarquia eram devidos a coisas muito simples:
E se o rei governasse mal?
E se fosse cruel para com os súbditos (o povo)?
E se ficasse doente ou louco?
E se tivesse ideias extravagantes que prejudicassem as pessoas?
E se decidisse mal coisas importantes para o país?
E se se deixasse influenciar demais por pessoas com más intenções?
Claro que estes problemas podem acontecer com qualquer governante, fosse ele um rei ou outro...
No entanto, as vantagens de uma forma de governar diferente eram vistas como boas. Seria um sistema diferente: uma república.
As repúblicas têm dirigentes eleitos por períodos de tempo mais curtos, e o controlo do poder parecia mais eficaz.
Por tudo isto, grupos de cidadãos portugueses, partidários de um sistema de governo republicano, foram-se revoltando e acabaram por conseguir terminar com a monarquia e implantar a República, como vinha acontecendo noutros países da Europa.
Isto aconteceu a 5 de Outubro de 1910.
A República foi proclamada dos Paços do Concelho (a Câmara Municipal) em Lisboa. A importância deste facto foi tal que se decidiu que essa data fosse um dia feriado.
O último rei foi D. Manuel II que partiu para Inglaterra com a restante família real, ficando aí a viver no exílio.
O primeiro presidente foi Teófilo Braga, mas foi apenas presidente do Governo Provisório até às eleições, onde foi eleito como primeiro Presidente de Portugal Manuel de Arriaga.

A implantação da República fez com que Portugal mudasse a sua bandeira e o seu hino para aqueles que temos actualmente e o nome da sua moeda para o escudo.
Este vídeo vai ajudar-te a compreender ainda melhor
sábado, 24 de outubro de 2009

Durante esta semana apresentámos os trabalhos de AI. O meu tema e da minha amiga Bruna era a Evolução das Profissões. Gostaríamos de ter apresentado um PowerPoint que nos foi fornecido pela professora Margarida Costa mas o tempo não deu para tudo. Assim sendo aqui fica um PowerPoint sobre profissões há muito esquecidas ou apagadas pelo tempo.
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008
"3,2,1 Acção"

Estava na aula de A.I, e a "stôra" deu-me uma idéia. "Mar Adentro" não será de certeza o unico filme que iremos ver ao longo de três anos de curso, logo cada vez que virmos um filme em aula haverá lugar à minha nova crónica - "3,2,1 Acção". Nesta crónica vou comentar todos os filmes visionados em aula. Para começar, "Mar Adentro". E que filme, para começar. É um fílme espectacular que retrata a história de Rámon Sampedro, um tetraplégico que procura morrer recorrendo ao método da Eutanásia. Todo o filme gira em volta de Rámon, e faz-nos pensar realmente na vida e na sua dignidade. Será que nas condições de Rámon, achariamos a vida digna de ser vivida? Será que tal como ele dizia, a vida é um direito e não uma obrigação? Não posso falar nem julgar quem passa por uma situação destas. Só tenho a referir que é um filme de nível mundial com grandes representações, especialmente a de "Javier Bardem"(Rámon Sampedro), merecedor dos prémios que recebeu e das críticas que teve. "Mar Adentro" vem nos confirmar que nem só de Hollywood vive o cinema. O cinema Europeu está bem e recomenda-se. Para quem duvida, aqui fica o trailer.
A minha nota: 8.5

Estava na aula de A.I, e a "stôra" deu-me uma idéia. "Mar Adentro" não será de certeza o unico filme que iremos ver ao longo de três anos de curso, logo cada vez que virmos um filme em aula haverá lugar à minha nova crónica - "3,2,1 Acção". Nesta crónica vou comentar todos os filmes visionados em aula. Para começar, "Mar Adentro". E que filme, para começar. É um fílme espectacular que retrata a história de Rámon Sampedro, um tetraplégico que procura morrer recorrendo ao método da Eutanásia. Todo o filme gira em volta de Rámon, e faz-nos pensar realmente na vida e na sua dignidade. Será que nas condições de Rámon, achariamos a vida digna de ser vivida? Será que tal como ele dizia, a vida é um direito e não uma obrigação? Não posso falar nem julgar quem passa por uma situação destas. Só tenho a referir que é um filme de nível mundial com grandes representações, especialmente a de "Javier Bardem"(Rámon Sampedro), merecedor dos prémios que recebeu e das críticas que teve. "Mar Adentro" vem nos confirmar que nem só de Hollywood vive o cinema. O cinema Europeu está bem e recomenda-se. Para quem duvida, aqui fica o trailer.
A minha nota: 8.5
sábado, 4 de outubro de 2008
Pesquisa sobre o Património Cultural de
Setúbal
Disciplina - AI
Clique aqui
Setúbal
Disciplina - AI
Esta é a pesquisa de um trabalho que ainda vai no ínicio. É um trabalho longo e que será certamente díficil mas recompensador. Para já é só a pesquisa, para termos uma ideia do património cultural da nossa região. Fiz a pesquisa com o meu colega Ricardo e já temos uma ideia.
Clique aqui
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