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domingo, 7 de novembro de 2010

Cavalo para o São Martinho

Ora aqui está um belo Cavalo para o soldado Martinho

domingo, 10 de janeiro de 2010

Sociologia - O bullying e a discriminação

Aqui está mais um trabalho. Desta vez foi um trabalho solicitado pela professora de Sociologia sobre as desigualdades sociais. A minha escolha recaiu sobre o bullying visto que esta problemática está relacionado com actos discriminatórios em relação a pessoas inseguras que não têm tanta confiança para se defenderem.


sábado, 28 de novembro de 2009

A Criança e a Disciplina - TPIE

Aqui está um dos trabalhos mais extensos feitos até agora no curso. Deu realmente muito trabalho. A criança e a disciplina é um trabalho baseado no livro do mesmo nome da autoria de T. Berry Brazelton e Joshua D Sparrow. Foi um trabalho muito enriquecedor, onde aprendemos muito e onde mais uma vez eu e a Bruninha trabalhamos como um só. Uma verdadeira equipa. Vejam o fruto do nosso trabalho.

domingo, 8 de novembro de 2009

Saúde Infantil - Uma Criança Doente é...


A professora de Saúde Infantil pediu que em breves palavras explicássemos o que é para nós uma criança doente.

Para mim uma criança doente é...

  • Alguém que necessita de apoio e cuidados ao nível físico, Psicológico e/ou emocional
  • Alguém que necessita da nossa atenção
  • Alguém que merece ser protegida porque a criança deve ser sempre a primeira a ser socorrida
  • Alguém que demonstra uma força interior muito grande para ultrapassar certas e determinadas doenças e/ou lesões que podem deixar mazelas para toda a vida.

Vejam esta grande reportagem e comprovem a minha opinião

"Até Onde Poderei Sonhar".

sábado, 7 de novembro de 2009

Vocabulário sobre Vestuário - Inglês

Ora aqui está o exercicio pedido pela professora de Inglês. Vocabulário relacionado com o vestuário. Ilustrado e tudo!!



sábado, 24 de outubro de 2009

Falou-se em preconceitos durante esta semana na aula de Psicologia. Curiosamente até já coloquei um post sobre Bullying, que pode ter origem no preconceito. Fica então o trabalho que enviámos à stôra para que todos possam ver. Mérito para mim, mas também para as minhas colegas Bruna e Ana Caldeira.


Durante esta semana apresentámos os trabalhos de AI. O meu tema e da minha amiga Bruna era a Evolução das Profissões. Gostaríamos de ter apresentado um PowerPoint que nos foi fornecido pela professora Margarida Costa mas o tempo não deu para tudo. Assim sendo aqui fica um PowerPoint sobre profissões há muito esquecidas ou apagadas pelo tempo.

Bullying - Uma forma de preconceito

Esta semana em Psicologia falámos em Preconceito. Depois de realizarmos um trabalho lembrei-me de mais um tema que também ter origem no preconceito. O Bullyng. Conceito ultimamente utilizado para espelhar o que sempre aconteceu nas escolas. Violência física Psicológica, humilhações entre outras formas de intimidação transformam a vida de muitos alunos em autênticos infernos, apenas por preconceito. Apenas porque não se respeita a diferença.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

As aulas de Psicologia

Quando começaram as aulas de Psicologia deste ano, a expectativa era muita. O ano anterior tinha corrido extramamente bem superando expectativas e com um trabalho realizado de forma muito positiva. A primeira impressão ficou e mantém-se. Penso que as aulas são extremamente dinâmicas, com muito ritmo, trabalhos variados, diálogo e matéria interessante. Neste aspecto sei que sou suspeito para falar, pois gosto da disciplina mas acho que as aulas são muito bem conduzidas, visto que a professora tenta dar todas as aulas de maneira diferente. Até agora aprendi muito sobre o nosso Auto Conceito ou seja, sentimentos e noções que cada um temos de nós levando a pensamentos positivos ou negativos pessoais formando a nossa Auto Estima. Falámos sobre Identidade abordando aspectos como a nossa personalidade. A diversidade de métodos em sala de aula, já nos levou a visualizar o filme "crash" onde aprendemos muito sobre Discriminação, racismo e preconceitos ou a jogar jogos de personalidade como escolher um heroi de infância com quem nos identificássemos. Abordamos os direitos das crianças que achávamos mais importantes e mais recentemente o fabuloso discurso de Obama que nos mostra uma mensagem de sentimento, força, garra, preserverança e vontade. Temos ainda um trabalho de final de módulo que pode dar a conhecer muito sobre cada um de nós. A tarefa de substituir a professora de Psicologia do ano passado não era fácil mas tem corrido da melhor forma. Mérito da professora que nos tem ajudado e tem sabido gerir as aulas da melhor forma. Quanto a mim espero continuar a progredir.

sábado, 17 de outubro de 2009

Planta da Sala das Tartarugas "Actividade 1" TPIE

O direito mais importante (opinião)

No seguimento de um dos trabalhos de Psicologia, escolhemos o direito da criança que achamos mais importantes. Fica a minha escolha bem como a minha opinião. De seguida, coloco o video do milagre Australiano que correu mundo. Uma mãe que através de um acto negligente deslarga o carrinho do seu bebé e este cai na linha do comboio que vinha mesmo a passar. Momentos de angustia e dor para uma mãe que viu um milagre salvar o seu filho que escapou de um destino quase provável. Uma segunda oportunidade, sem qualquer tipo de duvidas. É caso para dizer que todo o cuidado é pouco.

O direito mais importante na minha opinião:

Artigo nº19 - Protecção contra maus tratos e negligência

O Estado deve proteger a criança contra todas as formas de maus tratos por parte dos pais ou de outros responsáveis pelas crianças e estabelecer programas sociais para a prevenção dos abusos e para tratar as vítimas.


Considero este um dos direitos mais importantes. Foi bastante dificil escolher um não só porque se tratam de crianças como tambem porque todos eles têm uma grande importancia no que há protecção das crianças diz respeito. Contudo, e nos dias que correm penso que este direito é cada vez mais violado. Quase todos os dias, os noticiarios trazem-nos noticias de crianças que sofrem em guerras, são espancadas, raptadas, vitimas de violencia fisica e ou psicologica ou até mesmo de negligencia por parte dos seus progenitores. É dificil ouvir situações assim, sabendo que estudamos para exercer uma profissão onde o superior interesse da criança é peça fundamental. Com maus tratos não há saude, não há felicidade, não há alegria de viver. A Protecção da criança é fundamental, por isso o artigo 19, é para mim um dos mais importantes.

Casos de maus tratos como o de Natasha Campush raptada e mantida cativa pelo raptor, ou Elisabeth violada pelo próprio Pai Josef Fritzl de quem teve sete filhos, vieram a publico e invadiram os nossos lares de forma arrasadora, chocante e dramática. Se tivermos em conta casos de Negligencia, muito se tem falado ultimamente de Madelainne McCain, cujo suposto rapto teria sido efectuado enquanto a menina estava em casa sozinha com os irmãos. São casos que evidenciam bem um direito que as crianças têm e que me fizeram escolher este direito como um dos mais importantes a cumprir.


Mensagem do Presidente Barack Obama para os Estudantes Americanos

Esta semana em Psicologia começamos um novo trabalho. Este por seu turno tinha como base a mensagem do Presidente de uma das mais importantes nações mundiais, os Estados Unidos da América. Refiro-me, como não podia deixar de ser a Barack Obama. Através de um comunicado sentido, forte, marcante, sincero, realista e dinâmico, Barack Obama recentemente vencedor do prémio Nobel da Paz, dirigiu-se aos alunos de uma forma simplesmente espectacular mostrando que contava com eles, que faziam parte do futuro e que estudavam para algo. Mostrou que o país precisa deles e que "Yes, They Can"

Segue-se então o Manifesto de Obama aos alunos Americanos. Mas melhor que ler é ouvir a intensidade e sinceridade com que fala. Por isso fica tambem o video para quem quiser escutar as palavras sábias de Barack Obama.


Manifesto de Obama Para Os Alunos


sábado, 10 de outubro de 2009

Impressões e Expectativas

Psicologia continua no seu sentido pratico como no ano passado. Aulas dinâmicas e muito intuitivas, com as diferenças normais vindas de storas diferentes como é também normal. Mas o material para se fazer boas postagens continua e esta semana escolhi um texto encontrado na net, sobre as impressões e as expectativas. Precisamente no mês em que iniciamos uma nova etapa da nossa vida, os estágios, a matéria não poderia vir em melhor hora. Queremos criar boa impressão e temos expectativas enormes em relação à forma como esta experiência pode correr. Até agora e falarei deste assunto mais à frente, está a correr muito bem excedendo as minhas expectativas. A minha impressão é excelente, só não sei que impressão têm de mim, porque as impressões são subjectivas e pertencem a cada um de nós, cabendo a nós próprios divulgá-las ou não.

Mas afinal o que são impressões e expectativas?

"Ao contactarmos pela primeira vez com uma pessoa, automaticamente construímos uma imagem, uma ideia sobre essa mesma pessoa a partir de algumas características ou indícios que apreendemos no primeiro encontro. Seleccionamos alguns dos aspectos mais significativos no momento e na situação que nos levam a avaliar as pessoas. A impressão com que ficamos de determinada pessoa tanto pode ser negativa como positiva consoante a avaliação que fizemos desta.
Subjacente à impressão está a categorização, ou seja, ao fazermos uma avaliação das pessoas, dos objectos ou das situações reagrupamo-las em diferentes categorias significativas consoante as suas semelhanças e diferenças.
Assim que construímos, esquematicamente, uma imagem global ou um esboço psicológico de determinada pessoa, o nosso comportamento para com essa pessoa vai ser orientado ao permitir-nos definir o lugar dos outros na sociedade e o nosso próprio lugar.
Mas afinal, porque será que agimos de diferentes formas para diferentes pessoas em determinadas situações?
A resposta está na expectativas que desenvolvemos sobre certa pessoa, ou seja a partir das características e indícios que uma pessoa apresente, nós construímos um conjunto de expectativas relativamente ao seu comportamento face a diversas situações, por exemplo, se uma pessoa demonstra ser trabalhadora, empenhada e responsável, podemos esperar que esta obtenha bons resultados a nível profissional. São as expectativas, sendo mútuas, que nos dão segurança e facilitam as relações interpessoais.
É a partir dos indícios que transmitimos aos outros, que estes desenvolvem expectativas, esperando assim, que nos comportemos de determinada forma em diversas situações."

Fonte: Texto Realizado Pela Aluna Ana Marisa do 12ºA, blog "Associação Livre - A Psicologia no 12ºA - 2009/2010 ( http://psicologia-12abc.blogspot.com/2008/11/impresses.html )

sábado, 3 de outubro de 2009

Colisão de Mentalidades

Esta semana acabámos de ver um filme de nome "Crash - Colisão". Mas a que tipo de colisão se refere o filme. A uma colisão de sociedades. A uma colisão de mentalidades. A uma colisão daqueles que não conseguem ver que o preconceito gera-se em cada um de nós. Uma colisão tão forte que se manifesta em qualquer parte do mundo. O racismo, a descriminação e até a Xenofobia estão presentes em várias sociedades. Sociedades que apenas vêm tudo a preto e branco. Afinal de contas seremos assim tão diferentes uns dos outros? Ou veneramos a diferença porque já não conseguimos viver sem essa Colisão?

Trailer do filme "Crash - Colisão"



AS CONSEQUENCIAS DA DISCRIMINAÇÃO E DO PRECONCEITO NO AMBIENTE ESCOLAR E NA SOCIEDADE.

O preconceito nem sempre vem acompanhado de uma agressão, em sua maioria são as maneiras sutis, que comprovam a sua existência no subconsciente do individuo, o que gera a ilusão de um convívio harmônico com as diferenças.

“o preconceito prepara a ação de exclusão do mais frágil, por aqueles que não podem viver a sua fragilidade, em uma cultura que privilegia a força.”Crochík ( 1995)

Dentre as várias conseqüências vistas em vítimas de atos discriminatórios estão à depressão, baixa autoestima, agressividade, desvios comportamentais, formação debilitada da identidade, além de dificuldades na aprendizagem. O desconhecimento das conseqüências do preconceito gera passividade em relação ao tema.

A escola sendo um ambiente social interativo, necessita de atitudes que visem à formação de cidadãos com valores, de forma a respeitarem as pessoas e suas diferenças.

“o preconceito está pautado em um forte componente emocional que faz com que os sujeitos se distanciem da razão. O afeto que se liga ao preconceito é uma fé irracional, algo vivido como crença, com poucas possibilidades de modificação. O preconceito difere do juízo provisório, já que este último é passível de reformulação quando os fatos objetivos demonstram sua incoerência, enquanto os preconceitos permanecem inalterados, mesmo após comprovações contrárias.” Heler ( 1988)

O preconceito afeta a própria consciência da vitima, uma vez que se vê refletido na imagem preconceituosa apresentada.

“Nesse momento, o preconceito cumpre o seu papel, mobilizando nas suas vítimas sentimentos de fracasso e impotência, impedindo-as de desenvolver autoconfiança e auto-estima” (Ferreira, 2000).

Dentre as inúmeras as conseqüências advindas do preconceito para os alunos, estão a dificuldade de se relacionar, atitudes de competição, agressão e violência no cotidiano escolar, comprometimento do senso crítico e ético, sentimento de inferioridade e superioridade, inadequação social, potencial comprometido e fracasso escolar.

O preconceito tem o poder de atingir as mais diversas classes e camadas e diante do seu efeito bumerangue as conseqüências são absorvidas por toda a sociedade, uma vez que, a existência de racismo, precon ceito e discriminação cultural na sociedade e no cotidia no escolar prejudica, direta ou indiretamente, todos os indivíduos. Os preconceitos de gênero, etnia, a extensão social e cultural no cotidiano escolar, deixam cicatrizes para todos que interagem nesse cotidiano.

“a posição de cada indivíduo estaria definida conforme o espaço a ele destinado em um determinado ambiente sociocultural (...). Muito da sua dificuldade de inserção social e de expansão de seus horizontes de realização decorre do seu enquadramento num espaço ínfimo para ele reservado e por ele ocupado no cenário social” (CMARQUES, 2001, p. 34).


Alunos que se formam em um ambiente escolar preconceituoso propagam o preconceito em suas famílias, em seu circulo de amizades, em seu trabalho, enfim perpetuam o preconceito em suas vidas.

A formação de indivíduos preconceituosos, a perpetuação de ideologias racistas, a permanência das desigualdades sociais e culturais, a violência no espaço escolar e ainda potenciais subaproveitados, são algumas das conseqüências que a sociedade suporta, ao permitir através de ação ou omissão o preconceito no ambiente escolar.

Portanto a instituição escolar, os professores e a sociedade – uma vez que são extremamente afetados – devem reavaliar os impactos futuros e preparam-se para a educação sem fronteiras.


domingo, 28 de junho de 2009

Oficina de escrita

Esta semana resolvi postar também o meu conto feito para o teste de Português. Foi um conto que gostei muito de fazer e com o qual fiquei satisfeito pelo resultado final. Correu muito bem e a nota do teste também o demonstrou. Mas mais do que isso, esta história revela aquilo que eu gosto na leitura. Um verdadeiro conto onde a imaginação se sobrepõe à realidade. Foi muito devido ao conto que o teste correu tão bem. Assim sendo e como à muito tempo que não coloco um trabalho no Blog propriamente dito, visto que o meu portfolio está Online no Scribd, então aqui vai a história de...

O Mago e o Aprendiz

( baseado num excerto dado pela Professora Josete de Português, abaixo indicado)

Um velho mago muito sábio, possuia poderes curativos e acreditava na combinação das espécies. Um dia instrui um aprendiz revela-lhe algumas poções secretas...

Posso dizer com toda a certeza que conheço as magias deste mundo em que vivo. Conheço as artimanhas, os truques e os andarilhos da feitiçaria que passa de professor para aprendiz. Alunos tive muitos, até porque a idade já pesa. Sem querer alimentar o meu ego, digo sabiamente que sou sábio, depois de uma longa jornada ao ouvi-lo da voz do povo. Lembro-me de ter tido outro nome. Insano ou maluco, como me chamavam as crianças que riam a bom rir das minhas tentativas em combinar várias espécies de animais com a raça humana. Já não riam os pais, que por acreditarem tanto nos meus poderes curativos, deixava-me vaguear pelas minhas poções como uma espécie de moeda de troca pela boa vontade do mago mor que ora sim ora sim lá salvava as suas crias. Ser mago não era para qualquer um, mas eu desde sempre, revelara um enorme talento para a coisa. Com 7 anos de idade maga, qualquer objecto ou coisa que se assemelhasse a um ingrediente mágico, fazia parte da minha lista pronta a entrar no caldeirão mágico. O meu pai dizia que era coisas de miúdo. Já a minha mãe enervava-se muito. Principalmente porque eu tentava atravessar paredes, com palavras mágicas, até em casos de emergência como ir à casa de banho, fazendo aqui a magia noutro sítio devido ao tempo que perdia a viajar pela mente encruzilhada de um mago. Aos 16 anos fugi de casa. O meu sonho era ser mago e eu estava farto de combinar água com legumes, porque sabia bem que era uma sopa. Um mago era insano, não era parvo. Sofri em busca de um sustento, mas lá trabalhei numa loja de ferragens. Chegou um dia, à minha beira, um velho de longas barbas brancas, ar sábio de quem conhecia o mundo, óculos descaídos e roupas muito longas. Pediu-me uma espada que conseguisse furar as entranhas de um Dragão. Mas não era um Dragão qualquer. Era um Dragão alado que cantava ao raiar do sol. Um Dragalo. Uma mistura de Dragão com Galo. Eu fiz a melhor espada que soube. Quando lha dei, olhou para mim de alto a baixo, espetou a espada na madeira da bancada, agarrou-me pelo braço e levou-me da loja de ferragens. Enquanto me agarrava no braço disse-me que eu tinha alma de mago e que reúnia as 3 condições essenciais para se ser um. Estava a meu cargo, era inteligente e desenrrascado e como se não bastasse acreditava na combinação de espécies. Perguntei o que a ultima queria dizer. O mago passou a mão pela barba e disse que só quem acredita neste pressuposto, pode construir uma espada que furasse um Dragalo, na medida em que o mesmo não existia, ou tinha sido avistado atá à data daquela conversa. Enquanto os meus olhos brilhavam, na esperança do sonho de uma vida, o mago prometeu ensinar-me as suas duas poções mais secretas, podendo dar continuidade ao seu trabalho, porque um mago vive mais anos, mas tem direito à reforma. Fique lisonjeado e trabalhei muito para receber todos os seus ensinamentos. Com 25 anos, já curava pessoas. Os poderes curativos são os mais fáceis de aprender. 10 anos depois aprendi a teletransportar-me. Finalmente. E não eram precisas palavras mágicas como tinha pensado. Cheguei à conclusão que minha mãe tinha razão ao dizer que eu parecia parvo, quando me punha a gritar palavras inexistentes. Hoje, tenho 107 anos e ainda não aprendi a fazer um Dragalo. Ser mago é um ensinamento para a vida. Somos os curandeiros de aldeias, os mestres de feitiçarias e os malucos das poções. Mas acredito que se podem combinar espécies. Por isso é que ainda hoje tento combinar um Dragão com um Galo. Quando descobrir, e se tiver um aprendiz no momento, não lhe direi, porque a vida de mago é mais intensa se tivermos algo em que acreditar. Mas posso ensinar-lhe a salvar uma vida. Basta dizer a um menino que uma sopa de legumes é a melhor das poções, de modo a bebê-la, e ele ficará salvo das garras da mãe. Isto é quase certo. Os que ainda estão a pensar no Dragalo, pode ser que nos encontremos.

domingo, 24 de maio de 2009

Olha o Trabalho

Já estão disponiveis online mais alguns trabalhos realizados durante as aulas. Têm sido muitos, principalmente solicitados em Word. Para aceder basta clicar na Janela do Scribd no Menú à direita do Blog ou então é só seguir o Link abaixo indicado.


quinta-feira, 21 de maio de 2009

Olha o trabalho

Estava para o dia de hoje Quinta Feira marcadas as apresentações relativas ao trabalho da ilustração. Trabalho este já realizado há muito tempo. Ironia do destino, depois de tantos adiamentos, não pude estar presente nas apresentações. O trabalho, já cá está pelo Blog. Basta recorrer aos marcadores para o encontrar. Tenho pena de não poder ter estado presente pois a ilustração é uma das minha paixões desde a infância. Gostava de ter assistido às apresentações dos meus colegas mas não foi possível. Em conversa com os elementos do meu grupo sei que a apresentação correu-lhes bem. A partir daqui não posso dizer mais nada de minha justiça, porque não estive presente. Mas acredito que tenham corrido bem e que a evolução é cada vez mais visivel.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

sábado, 25 de abril de 2009

Projecto "Escola Amiga"

Falar sobre este projecto enquanto actividade importantissima para o curso é simples. Que melhor maneira de aprender a rotina de um infantário/escola, do que efectuar uma visita ao mesmo? Assim, todos os que participaram no projecto compreenderam a importancia do mesmo e isso notou-se ao longo do dia. Mas esta actividade não era apenas mais um trabalho. Era o iniciar de algo. Era o principio de qualquer coisa. Isto parece muito literario mas era a verdade. Eu e 5 amigas fizémos o nosso dia numa "Escola amiga" de nome "Gotinha de Água". Foi um dia sem igual e que decorreu de forma exemplar. Reúnimos o grupo á porta da escola e caminhámos juntos até chegar ao destino e há hora combinada. Eu penso que aqui posso falar pelas minhas colegas e todos sentimos que fomos acolhidos de braços abertos. Apresentaram-nos o infantário e distribuiram-nos por salas diferentes, dois a dois. Eu fiquei com a minha amiga Bruna. Durante o dia, observámos a rotina do infantário, brincámos com as crianças, rimos e sorrimos, tanto com os mais pequenos como com os educadores e fizémos imensos amigos novos. Observámos a interactividade e cumplicidade que existe entre educadores, auxiliares e crianças, divertimo-nos com a musica da Vaca Leiteira, ouvimos e contámos histórias e sentimos que num futuro também poderemos estar ali. Tudo foi bem planeado. Ninguem faltou, todos participaram, todos aprendemos e percebemos que isto é o futuro.
A rotina do infantário passa pelo Acolhimento, actividades várias, almoço, repouso, lanche e brincar. Isto num breve resumo, pois a caracterização do dia na sua totalidade está a ser preparada através de alguns trabalhos.
Eu da minha parte só tenho de agradecer. Agradecer á professora que organizou o projecto. Agradecer às minhas colegas porque somos um grupo e quando algo corre bem não corre apenas para um, mas sim para todos e sobretudo agradeço á instituição. Aqui, foco o nome do Educador com quem mantive o contacto para o projecto "Escola Amiga": Davide Inácio. Deixo os meus sinceros agradecimentos, assim como a todos os restantes educadores e auxiliares de acção educativa que nos apoiaram, tanto a mim como às minhas colegas. Espero ainda, assim como a minha amiga Bruna, que seja a nossa sala a ganhar a viagem ao Zoo. É que cada um tem de puxar a brasa á sua sardinha.
Depois desta actividade só tenho mesmo a dizer "Muito Obrigado".

O nosso dia na "Gotinha de Água"

Éramos 6 pessoas. O meu grupo constituido por mim pela Bruna, Vânia e Ana era acompanhado no dia da actividade "escola amiga", pela Núria e pela Nábila que tinham escolhido a mesma instituição para a realização deste projecto. Estava tudo combinado e a hora marcada era às 9:30 na instituição. Combinámos todos à porta da Escola Secundária do Bocage, de modo a irmos todos juntos para a instituição. Chegámos à hora combinada e acho que no geral estávamos todos um bocadinho nervosos. Eu apesar de já conhecer mais ou menos os cantos à casa, estava também um pouco nervoso pois efectuar uma visita à instituição em contexto escolar é sempre diferente. Como fui eu que mantive o contacto com o Davide, fui o primeiro a entrar, informando-o da nossa chegada pelo que me mandou aguardar um pouco, enquanto as crianças alegres gritavam o meu nome, porque gritam sempre que alguém chega e já conhecem. Para mim é sempre bom ouvir a alegria das crianças quando chego ao infantário. Em questão de poucos minutos, Davide apresentou-se aos restantes membros do grupo. Nunca é demais dizer que todos fomos recebidos muito bem por parte de todos. Davide começou então por explicar e mostrar como era constituido o infantario, como estava dividido e como funcionava. Mostrou-nos as salas, a Copa, o WC e indicou-nos que na parte de baixo ainda funcionava a creche. De seguida fomos então divididos. Eu fiquei com a Bruna na sala das tartarugas, enquanto que a Vânia e a Ana, membros do meu grupo ficaram noutra sala bem como a Núria e a Nábila. A partir daqui apenas posso falar por mim e pela Bruna visto que estávamos os dois juntos. Na sala das tartarugas, tudo era coordenado pelo Educador, o Davide e pela Auxiliar de acção educativa, a Elsa. A rotina começava então com o acolhimento seguindo-se a chamada, tudo sempre em volta de uma boa disposição e muita brincadeira. Seguidamente Davide iniciava uma actividade onde as crianças interagiam com ele enquanto descobriam como o leite era retirado das vacas e iam parar ás suas casas. Uma actividade puxa a outra e vimos o Davide iniciar a musica da "vaca Leiteira". Posteriormente os meninos foram separados. Partindo de um desenho de uma vaca uns pintavam o focinho e a cauda com lápis de cor enquanto os outros faziam as manchas negras da vaca utilizando uma batata embebida em tinta preta. Nesta actividade vimos a proponderancia e a ajuda fundamental de um/uma auxiliar de apoio à infância, neste caso a Elsa. Já durante as outras actividades, Elsa tomava conta de Joana, uma menina que necessitava de alguns cuidados especiais. Quem acabava a actividade da vaquinha, ia divertir-se para outras divisões como a casinha das bonecas, a oficina ou simplesmente brincava com puzzles. Aqui é preciso ter em conta o critério das brincadeiras, visto que as brincadeiras escolhidas não podiam ser as mesmas do dia anterior. Desta forma, as crianças são estimuladas a experimentarem novos tipos de brincadeiras, de modo a não escolherem sempre a mesma. Quando ia ajudar uma menina a montar um Puzzle, Davide acabou por mandar os meninos arrumarem. Todos arrumaram os brinquedos, fazendo de seguida uma fila á porta pois estava na hora de ir brincar lá para fora. Lá fora as crianças brincavam com bolas, no escorrega, á apanhada entre muitas outras brincadeiras. O nosso papel aqui passava por uma observação ainda mais cuidada. Aqui era também o ponto de encontro dos grupos, visto que todas as salas, vinham brincar ao ar livre. Trocávamos impressões e contávamos as experiencias de um dia que estava a ser muito bom. Chegada a hora de almoço, os meninos fizeram comboio à porta, voltaram para dentro, foram lavar as mãozinhas à vez, bebiam água e sentavam-se à mesa para comer.Esta altura tambem foi de muita observação. Alguns meninos são muito rápidos a comer, outros não param quietos á mesa e outros não são muito adeptos da comida inventando mil e uma desculpas para não comerem. Joaninha, por exemplo, chegou a comer praticamente a dormir, mas a forma como Davide interagia com ela era espectacular. Acabado o almoço, era hora da sesta para alguns enquanto que outros iam brincar ao ar livre ou ver um filme. Nesta altura tanto eu como a Bruna já brincávamos com alguns amigos especiais. Lara, uma menina muito querida, brincava muito conosco. Jogar à apanhada com as mãos era uma alegria para ela. Daniel contava que tinha sapatos novos, Pedro sentava-se ao meu colo a contar as aventuras de Ben 10 e Victoria e Shayenne cantavam as musicas das Winx. Mitosa queria brincar, mas esperava que eu fosse atrás dela ao invés de vir ter conosco para brincar. São apenas alguns exemplos porque brincámos com praticamente todos os meninos da nossa sala e com alguns de outras salas. Aproveitámos a hora da sesta para irmos almoçar, com a promessa de voltar às 3 horas. Quando chegámos da parte da tarde, Davide estava já a dar o lanche às crianças. Enquanto o fazia ia respondendo simpaticamente a algumas perguntas necessárias ao nosso trabalho. À medida que acabavam de lançar, dirigiam-se para o banco da entrada. Aí, e mais uma vez foi altura de uma grande cumplicidade com as crianças. Brincadeiras e afectos sobressaiam. É nestas alturas que sentimos que estamos no caminho certo. Brinquei muito com eles, inclusive com a Joaninha que assegurando-se aos joelhos dos amigos chegou até aos meus. Peguei nela e sentei-a ao meu colo até o Davide dizer para formarmos um comboio. Formámos um comboio à porta e foi altura de ir brincar outra vez lá para fora. Ai brincámos muito com eles. Joguei á bola e à apanhada ainda que as crianças corressem muito mais que eu, pois tinha medo de aleijá-las tal era a quantidade de meninos que nos envolviam ao mesmo tempo. Chegada ás 17 horas, a nossa visita a esta escola amiga tinha acabado.
Na bagagem levámos todos muitos amigos, uma grande aprendizagem e a promessa de lá voltar outra vez. Todos foram impecáveis conosco e vivemos situações que não se esquecem. Vimos a importancia de uma rotina já implementada, onde tudo é cronometrado ao pormenor, a cumplicidade entre o Educador e as crianças, o papel fundamental dos auxiliares e a alegria das crianças naquela que é sua segunda casa.
Eu já tinha feito voluntariado e agradeço mais uma vez a disponibilidade de todos bem como a atenção. Espero lá voltar muito brevemente.

Mais uma vez, Muito Obrigado