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sábado, 24 de abril de 2010

O dia da Terra (22 de Abril)

O Post chega um pouco atrasado mais ainda a tempo de festejar um dia muito importante. O dia da Terra pretende defender os interesses do nosso planeta protejendo-o contra todos os que o querem destruir. Fiquem então a conhecer melhor o dia da Terra.
"O Dia da Terra foi criado em 1970 quando o Senador norte-americano Gaylord Nelson convocou o primeiro protesto nacional contra a poluição. É festejado em 22 de Abril e a partir de 1990, outros países passaram a celebrar a data.

Sabe-se que a Terra tem em torno de 4,5 biliões de anos e existem várias teorias para o “nascimento” do planeta. A Terra é o terceiro planeta do Sistema Solar, tendo a Lua como seu único satélite natural. A Terra tem 510,3 milhões de km2 de área total, sendo que aproximadamente 97% é composto por água (1,59 bilhões de km3). A quantidade de água salgada é 30 vezes a de água doce, e 50% da água doce do planeta está situada no subsolo.

A atmosfera terrestre vai até cerca de 1.000 km de altura, sendo composta basicamente de nitrogénio, oxigénio, arménio e outros gases.

Há 400 milhões de anos a Pangéia reunia todas as terras num único continente. Com o movimento lento das placas tectónicas (blocos em que a crosta terrestre está dividida), 225 milhões de anos atrás a Pangéia partiu-se no sentido leste-oeste, formando a Laurásia ao norte e Godwana ao sul e somente há 60 milhões de anos a Terra assumiu a conformação e posição actual dos continentes.

O relevo da Terra é influenciado pela acção de vários agentes (vulcanismo), abalos sísmicos, ventos, chuvas, marés, acção do homem) que são responsáveis pela sua formação, desgaste e modelagem. O ponto mais alto da Terra é o Everest no Nepal/ China com aproximadamente 8.848 metros acima do nível do mar. A Terra já passou por pelo menos 3 grandes períodos glaciais e outros pequenos. O Google marcou, como é hábito, a sua presença no assinalar deste dia."

Fonte: http://pplware.sapo.pt/informacao/dia-mundial-da-terra/

Dia Internacional do Livro (23 de Abril)

Comemorou-se ontem, Sexta Feira dia 23 de Abril, o dia Internacional do Livro. Como tal, não poderia deixar escapar a oportunidade de fazer referencia a este dia importante já que a leitura é um factor fundamental no desenvolvimento das crianças. Antes de lermos Dramas, ficção cientifica, terror ou suspense, são nos livros infantis que damos os primeiros passos. Vejamos alguns excertos desta excelente reportagem encontrada por esse imenso mundo que é a Internet.

"Dia Mundial do Livro: A magia de passar a mão pelo papel
Desde 1996 que a UNESCO instituiu o dia 23 de Abril como o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor. Assim, todos os anos se organizam eventos como forma de promover o gosto pela leitura, para impulsionar a publicação de mais livros e, ainda, contribuir para uma maior protecção dos direitos de autor. O porquê da escolha do dia 23 de Abril prende-se com o nascimento de importantes escritores, como Miguel de Cervantes ou William Shakespeare.

Os livros existem em massa no nosso mundo. Às vezes passam despercebidos a milhares de pessoas; outras vezes são devorados sofregamente pelos leitores mais viciados. Há livros para todos os gostos. Podem ser de ficção científica, história, romance, acção, memórias, crónicas, infantis ou de contos, mas todos têm o mesmo objectivo: ser lidos e proporcionar bons momentos aos leitores.

Cada livro tem a sua própria vida. Nascem de maneira diferente, pois cada autor dá vida às suas próprias personagens. Para Manuel Jorge Marmelo, jornalista e escritor, "não há nenhuma receita" na criação do livro, pois isso "varia muito de livro para livro" e, também, de "escritor para escritor".

Depois da passagem da imaginação à escrita, os livros são entregues às editoras ou tipografias para, assim, serem impressos, encadernados e distribuídos pelo país. Se antigamente o processo passava por muitas máquinas, hoje, com o processo digital, torna-se "mais rápido, mais simples e com menos desperdícios", sublinha Sérgio Almeida, técnico de pré-impressão.

Crescem da mesma forma, mas o seu fim varia. Há livros amontoados em armazéns e outros que rapidamente esgotaram em todas as livrarias. No entanto, existem já alternativas para a reutilização do livro. O Bookcrossing é uma das formas de o livro não estar parado numa estante qualquer lá de casa e "passar de mão em mão". sendo "lido por toda a gente", como afirma Isabel Sousa Uva, trabalhadora do "Papel & Cª", uma das "crossing zones".

Com a grande implementação da tecnologia digital e o aparecimento dos e-books e de tecnologia como o iPad, o futuro do livro em papel pode estar ameaçado. No entanto, quer Manuel Jorge Marmelo, quer Vidal Pinto, responsável pelo armazém da editora Campo das Letras, demonstram uma certeza: o livro em papel não vai terminar. Para Vidal Pinto, as pessoas precisam, antes de comprar o livro, de "pôr a mão no papel e de ler o seu resumo para saber imediatamente aquilo que vai acontecer"."

Fonte: http://jpn.icicom.up.pt/2010/04/23/dia_mundial_do_livro_a_magia_de_passar_a_mao_pelo_papel.html

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Dia Internacional dos Direitos Humanos

No Passado dia 10 de Dezembro celebrou-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos, no aniversário da Declaração Universal de Direitos Humanos, adotada pela Assembléia das Nações Unidas em 1948. O tema escolhido para 2009 foi "Acolha a diversidade, acabe com a discriminação".

Fiquem agora a conhecer a "Save of Children", uma associação sem fins lucrativos que defende os direitos humanos da criança.

Os direitos humanos da criança
"Creio que deveríamos exigir certos direitos para as crianças e trabalhar para que sejam reconhecidos em todo o mundo"

Citado em 1923 por Eglantyne Jebb, fundadora de Save the Children UK

O trabalho da Save the Children Suécia é orientado pela Declaração Universal dos Direitos do Homem e pela Convenção sobre os Direitos da Criança. Os direitos humanos baseiam-se no respeito à dignidade e valor de cada pessoa como indivíduo e como membro da sociedade. Esses valores estão relacionados com a qualidade de vida a que todos têm direito, independentemente de idade, gênero, raça, religião, nacionalidade, ou quaisquer outros fatores. A responsabilidade de garantir que esses direitos sejam respeitados, protegidos e cumpridos pertence, em última instância, aos governos nacionais. A responsabilidade também deve ser partilhada com todos os outros elementos da sociedade (instituições internacionais, comunidade e família).

A ratificação em 1989 da Convenção sobre os Direitos da Criança pela Assembléia Geral das Nações Unidas é um evento histórico uma vez que reconhece às crianças como sujeitos de direitos. É resultado de um longo processo no qual diversas pessoas e organizações, como a Save the Children, promoveram ações que favoreceram os direitos das crianças.
Todos os países da América Latina ratificaram a Convenção sobre os Direitos da Criança, e a maioria deles iniciou, com maior ou menor sucesso, os processos de adaptação de suas leis e instituições para cumprir estos propósitos.
Tanto os Estados como a Sociedade Civil são responsáveis pela garantia e supervisão dos direitos das crianças; principalmente a partir de maio de 2002, quando uma nova Cúpula Mundial foi realizada para avaliar o progresso na implementação desses direitos, através da elaboração de novos planos de ação para a infância.

A Save the Children Suécia tem apoiado o monitoramento da implementação da Convenção na América Latina desde a sua ratificação, especialmente no fortalecimento do papel de monitoramento da sociedade civil, promovendo treinamento abrangente sobre os direitos das crianças para atores chave e tomadores de decisão.


quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

3 de Dezembro - Dia Internacional do Cidadão Portador de Deficiência


Hoje assinala-se o Dia Internacional do Cidadão Portador de Deficiência. Actualmente são várias as campanhas vindas de todos os cantos do planeta de modo a enaltecer a igualdade, combater preconceitos, ajudar a combater as necessidades e dar a mão a quem necessita da oportunidade de provar que a diferença está apenas nos olhos de quem a vê.

O dia internacional das pessoas com deficiência é promovido pelas Nações Unidas desde 1998, com o objectivo de fomentar uma maior compreensão dos assuntos que dizem respeito à deficiência e para mobilizar a defesa da dignidade, dos direitos e o bem estar das pessoas. Pretende aumentar a consciência dos benefícios trazidos pela integração das pessoas com deficiência em cada aspecto da vida política, social, económica e cultural. Assembleia Geral da ONU em 1982.

Deficiência é um conceito definido pela Organização Mundial de Saúde e é usado para definir a ausência ou a disfunção de uma estrutura psíquica, fisiológica ou anatómica. A expressão pessoa com deficiência pode ser aplicada referindo-se a qualquer pessoa que possua uma deficiência. Contudo, o termo deficiente para denominar pessoas com deficiência tem sido considerado inadequado, pois o termo leva consigo uma carga negativa depreciativa da pessoa. Actualmente a palavra é considerada como inapropriada, e que promove o preconceito em vez do respeito ao valor integral da pessoa.

A pessoa com deficiência geralmente precisa de atendimento especializado, seja para fins terapêuticos, como fisioterapia ou estimulação motora, seja para que possa aprender a lidar com a deficiência e a desenvolver as potencialidades. A Educação Especial tem sido uma das áreas em que se têm desenvolvido estudos científicos para melhor atender estas pessoas. No entanto, a educação regular passou a ocupar-se também do atendimento de pessoas com necessidades educativas especiais, o que inclui pessoas com deficiência, além das necessidades comportamentais, emocionais ou sociais.

Desde a Declaração de Salamanca, surgiu o termo necessidades educativas especiais, que veio a substituir o termo criança especial, anteriormente utilizado em educação para designar a criança com deficiência. Porém, este novo termo não se refere apenas à pessoa com deficiência, pois engloba toda e qualquer necessidade considerada atípica e que demande algum tipo de abordagem específica por parte das instituições, seja de ordem comportamental, seja social, física, emocional ou familiar.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Dia Mundial Contra A Sida - Falar com as Crianças sobre a Sida


Hoje assinala-se o Dia Mundial contra a Sida. Esta doença causada pelo vírus HIV afecta adultos e crianças por todo o mundo. Sucedem-se associações, campanhas e ajudas vindas de todo o planeta de modo a reduzir o sofrimento de quem foi infectado. Contudo falar com as crianças sobre a Sida pode não ser fácil. Veja agora qual a melhor abordagem a utilizar.

Falar com as Crianças sobre a Sida

As crianças ouvem falar de SIDA constantemente, quer na televisão, ráfio, ou mesmo em cartazes informativos. É comum. E é comum também que surjam perguntas, dúvidas e questões que devem ser respondidas em função da idade da criança.

O que os adultos devem saber antes de iniciar qualquer conversa

A SIDA é um síndroma que podemos tentar prevenir.
É, pois, muito importante que pais, professores e profissionais que trabalham na área da Educação proporcionem aos jovens com os quais lidam informação clara e rigorosa.
Infelizmente, os adolescentes e os adultos jovens são os grupos entre os quais o número de doentes tem crescido mais rapidamente, o que faz deles um público que urge informar.

Eis alguns factos elementares sobre a SIDA:
  • Qualquer pessoa pode contrair SIDA; independentemente da sua orientação sexual, qualquer pessoa que manifeste comportamentos de alto risco tem uma maior probabilidade de ser infectado pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH).
  • Não se apanha SIDA em situações quotidianas de contacto com outras pessoas: seja no trabalho, na escola, na piscina ou no jardim, entre outros.
  • O VIH não se transmite através da urina, da saliva, do suor, de lágrimas, de picadas de insecto, de auscultadores de telefone ou de instalações sanitárias.
  • O VIH transmite-se através do sangue, do sémen, dos fluidos vaginais e entre mãe e feto durante a gravidez.
  • Na prevenção da transmissão do VIH aquando das relações sexuais, o preservativo é o método mais eficaz (desde que correctamente utilizado), mas não é infalível.
  • A SIDA é uma doença fatal.
Comportamentos de alto risco, que implicam uma maior probabilidade de contaminação pelo VIH:
  • Ter relações sexuais (sobretudo sem protecção/preservativo) com desconhecidos ou com pessoas que tiveram muitos parceiros, não sendo possível afirmar com certeza se estes seriam ou não portadores da doença.
  • Ter relações sexuais sem preservativo com uma pessoa portadora da doença.
  • Ter relações sexuais com um pessoa que consuma drogas injectáveis.
  • Partilhar agulhas e/ou seringas.

Falar com as crianças sobre este tema

As crianças encaram a questão da SIDA de forma diferenciada, em função da idade/desenvolvimento. Seguidamente são propostas algumas abordagens, definidas em função da idade das crianças. No entanto, deixamos ao critério de quem lê este artigo qual a melhor opção para cada caso.

Entre os cinco e os sete anos

Apesar de as crianças até aos cinco anos apresentarem algumas dificuldades em distinguir o real do imaginário, a partir dessa idade essa distinção começa a tomar forma. Nesta fase, as crianças aprendem experimentando, pelo que, quando confrontadas com algo que não conhecem e/ou experimentaram, podem sentir-se assustadas.

As crianças nesta faixa etária temem muitas coisas e a melhor maneira de dissipar esses medos é descobrir quais são (perguntando) e falar sobre eles. Uma vez que a SIDA é um tema recorrente na actualidade e nos media, é possível que a criança já tenha dúvidas sobre este tema mas que tenha medo de perguntar.
Embora não estejam preparadas para compreender descrições muito pormenorizadas, é importante que estas crianças obtenham do adulto uma explicação simples e esclarecedora.

Eis um exemplo possível:

A SIDA é uma doença provocada por um tipo de micróbio chamado vírus. O vírus vive no sangue das pessoas que têm a doença. A SIDA não se apanha como as constipações; por isso, se tocares ou se estiveres ao pé de uma pessoa que tenha SIDA não apanhas a doença. Ou seja, se na tua escola houver um menino, menina ou professor(a) com SIDA, isso não quer dizer que alguém vá apanhar a doença. A doença não é transmitida por: mosquitos, flores, assentos de sanita, copos, abraços.
Existem crianças que têm SIDA. A maior parte delas nasceu com a doença, que lhes foi transmitida pela mãe. Actualmente existem testes que permitem saber se uma pessoa tem SIDA. Quando as pessoas sabem que têm a doença podem tomar medidas para evitar contaminar outras pessoas.

Não se esqueça de frisar que se a criança tiver perguntas ou medo de alguma coisa em particular, pode vir ter consigo e perguntar o que quiser saber. É importante falar sobre os medos, descobrir se estes são reais ou imaginários e, se forem reais, "explicá-los" de forma a encontrar uma forma de os vencer.
É quase inevitável que as crianças façam perguntas às quais não sabe responder. É normal; a SIDA é um tema complexo, mesmo para os especialistas na matéria. Colocado perante essa situação, não tema dizer que não tem a certeza quanto à resposta mas que vai procurar informação e, mais tarde, responder correctamente à pergunta colocada. Experimente pesquisar nos links que disponibilizamos no final deste artigo.

Entre os oito e os dez anos

Entre os oito e os dez anos as crianças deixam de ter medo de "monstros". Nesta fase elas têm medo de coisas reais, como "pessoas más" que lhes possam fazer mal. Estas crianças já compreendem a relação causa-efeito; ou seja, se atravessarem (mesmo que seja numa passadeira) sem olhar poderão ser vítimas num acidente. A maior parte das crianças desta faixa etária sabem que a morte advém de uma situação de doença, trauma ou acidente. Mas o conhecimento não é necessariamente sinónimo de ausência de medo, sendo que, nestas idades, falam menos espontaneamente sobre aquilo que temem. É importante estar atento e esperar uma boa oportunidade para falar sobre o tema (SIDA) sem que a criança fique contrariada/perturbada. Terá de o fazer numa ocasião em que ela se mostre receptiva.

Não são muitas as crianças destas idades que terão ouvido falar sobre SIDA de uma forma específica. No entanto, são mais uma vez os media que trazem este assunto para a ordem do dia e "obrigam" os adultos a iniciar duas "daquelas conversas": uma, básica, sobre sexo e outra sobre SIDA.

Eis alguns tópicos no que toca à segunda:

A SIDA é uma doença provocada por um vírus. SIDA é um acrónimo para Síndroma de Imunodeficiência Adquirida. Este nome grande é também uma forma de descrever rapidamente os efeitos da doença: o "exército" de células que deveriam defender o nosso organismo contra os micróbios invasores não funciona bem. Isto sucede porque o vírus da SIDA destrói células que nos protegem da doença - por isso, as pessoas com SIDA ficam desprotegidas e acabam por ficar muito doentes.

Quando uma pessoa faz um teste e esse teste informa que o vírus está no seu corpo diz-se que essa pessoa é seropositiva. As pessoas seropositivas não estão doentes: têm o vírus mas este não começou a actuar. No entanto, o vírus pode começar a actuar e, quando isso acontece, passa a dizer-se que essa pessoa tem SIDA.

As pessoas estão muito preocupadas com a SIDA porque ainda não foi encontrada uma cura para esta doença. Não existe uma vacina que se possa tomar para evitar a doença como acontece, por exemplo, com o sarampo.
A SIDA pode ser transmitida pelo sangue de uma pessoa infectada (exemplo: contacto entre feridas abertas ou durante o nascimento de um bebé), por agulhas e/ou seringas partilhadas com uma pessoa que tenha o vírus e em relações sexuais com pessoas que tenham o vírus.

A SIDA não se transmite: através da urina, das fezes, de suor, de mosquitos ou de outros animais. Também não há contágio se abraçarmos uma pessoa que tenha o vírus, comermos do mesmo prato ou bebermos do mesmo copo de vidro que essa pessoa, se andarmos na mesma turma ou escola.

Que cuidados se devem ter com crianças com sida?

As crianças e os jovens infectados pelo VIH ou com sida, embora possam necessitar de cuidados específicos devido à doença, necessitam, sobretudo, de serem amados, como qualquer outra criança ou jovem.

É fundamental que a família, em especial, lhes dê todo o carinho e apoio. Abracem-nos, peguem-lhes ao colo, beijem-nos, levem-nos à escola, enfim, façam tudo para que as crianças e os jovens se sintam integrados no meio familiar e social.

No entanto, há situações que merecem especial atenção:

  • É importante estar atento ao estado de saúde e ao comportamento da criança. Se verificar alguma situação fora da rotina deverá avisar o médico;
  • É fundamental dedicar especial atenção aos problemas respiratórios, febre, diarreia ou alterações do sono e do apetite. Esclareça os sinais de alarme com o médico assistente;
  • Converse com o profissional de saúde antes da criança fazer qualquer vacina, uma vez que algumas vacinas podem provocar sinais de doença;
  • É preferível optar por brinquedos de plástico e laváveis. Bonecos de pano ou peluche sujam-se facilmente e podem transportar germes que provocam doenças. Caso a criança brinque com este tipo de bonecos, deve lavá-los na máquina, de modo a mantê-los o mais limpos possível;
  • Não deixe a criança aproximar-se do cesto, cobertor ou jornal onde costuma estar o animal de estimação;
  • No caso da criança conviver com animais de estimação (cães, gatos, pássaros, etc.), pergunte ao médico como proceder;
  • Proteja a criança ao máximo, evitando o contacto com doenças infecciosas, especialmente a varicela. Se a criança com VIH esteve próximo de alguém com varicela, contacte imediatamente o seu médico. A varicela pode agravar o estado da criança infectada;
  • Se a criança se arranhar, cortar ou fizer uma ferida, lave a pele com água quente e sabão e coloque, imediatamente, um penso ou ligadura em função da dimensão da ferida.


O dia que se assinala hoje é bastante importante, por isso mesmo, deixo-vos com algumas noticias alusivas a Reportagens, iniciativas e Noticias que demonstram bem a problemática da Sida:

Eu e os Meus Irmãos - Grande Reportagem Sic - As histórias de luta e sobrevivência dos "órfãos de SIDA"


A Associação Sol queixa-se de falta de espaço devido ao número de crianças infectadas com o Vírus HIV. Na casa da associação vivem 21 crianças, quase o dobro das que estavam inicialmente previstas.



A Fundação Red, de Bono, vocalista dos U2, associou-se este ano à Nike na luta contra a propagação do virus HIV, em África. A parceria foi lançada em Londres com o apoio de vários jogadores do futebol.

sábado, 28 de novembro de 2009

A Criança e a Violência Doméstica - Dia Internacional contra a Violência Doméstica


Quarta Feira passada, dia 25 de Novembro, foi o dia Internacional contra a Violência Doméstica. Quando ouvimos falar em violência doméstica, associamos a situação principalmente à mulher. Mas em familias com filhos, a criança é muitas das vezes esquecida como uma das principais vitimas, pois a violência doméstica pode deixar marcas para toda a vida numa criança que assiste a cenas lamentáveis.

O Mundo das Crianças na Violência Doméstica

Quando falamos sobre violência doméstica, pensamos normalmente na mulher como sendo a vítima preferencial de um homem que é o agressor. Este quadro, inserido num espaço doméstico, não exclui a presença de crianças.

Estas são as vítimas no presente e a longo prazo da violência doméstica. A criança projecta-se no futuro e aquilo que vê na sua infância, o que sente e o que sofre, física e psicologicamente, marca-a indelevelmente e para todo o sempre.

Pensa-se que cada agressor esconde uma meninice atormentada pela violência doméstica mas nem sempre uma criança maltratada será um agressor. Quantas pessoas, vítimas de maus-tratos, não são cidadãos exemplares quando adultos, que tentam ao máximo sublimar o seu sofrimento precoce? Muitos deles até serão bons pais tentando não repercutir no seu quotidiano, junto dos seus próprios filhos, comportamentos agressivos que possam perpetuar condutas desnecessárias, porque sinónimo de violência doméstica.

A criança que vê a sua mãe a ser batida e que na sua pequena estatura tem um estatuto diminuto face ao agressor, revela a impotência de um Ser que, por muito que queira agir para defender a sua mãe, arrisca-se também a ser humilhado no seu mais intimo coração: a sua dignidade.

Ouvi uma vez uma história de uma menina de três anos que se pôs em cima de um banco para dar uma chapada ao pai que discutia com a mãe dela. Neste gesto de “arranjar altura”, encontra-se o desejo de cada criança em ser momentaneamente adulta para resolver o “seu” problema assim com também para resolver o problema “deles”, dos pais.

Quantas crianças não deixam de o ser precocemente pela necessidade de, ao constatarem um sofrimento atroz á sua volta, de insultos, chantagens, pancada, gritos e choros, tentarem ser as “mães” e os “pais” das suas casas.

Este facto nota-se principalmente quando a criança é a mais velha dos irmãos. A responsabilidade que tem para resolver o problema que se lhe coloca, o de tomar entre as suas pequenas mãos, o destino do “seu mundo”, traz-lhe rugas marcantes, no rosto pequeno e sensível e numa alma infinita.

È assim que muitas vezes deparamos com “crianças sábias”, que num gesto curto fazem comportamentos marcantes e reveladores de uma grande experiência de vida. Não deveríamos consentir nesse roubo de Infância. Será necessário repensar todo o mundo afim de que as nossas crianças possam não testemunhar o acabar dos seus sorrisos.

por Conceição Pereira
(Pós-graduada em Antropologia e Professora Universitária)






Manual para Educadores de Infância

Fiquem ainda com este mágnifico documento que documenta muito bem a exposição das crianças à Violência Doméstica

sábado, 21 de novembro de 2009

20ª aniversário da Convenção Internacional dos Direitos das Crianças


Ontem, 20 de Novembro foi dia Internacional da convenção dos direitos da criança. A convenção sobre os direitos da criança, fez 20 anos. Desde o dia 20 de Novembro de 1989, muita coisa mudou neste documento que enuncia um amplo conjunto de direitos civis, políticos, económicos, sociais e culturais de todas as crianças do mundo.

O documento encontra-se disponível no Blog, sendo possível encontra-lo no separador Informação Infantil.

Conheçam agora todos os direitos da Criança através de uma Brochura publicada pela própia Unicef e dirigida às crianças, por um Vídeo bastante explicativo sobre o que é a convenção e o que mudou desde a criação do documento e ainda um trabalho espectacular feito pela Centro Escolar de Tarouca, ao que apenas vou acrescentar Música. Vejam todos porque vale bem a pena, e aprender nunca é demais sobretudo se for para ajudarmos as nossas crianças.


Convenção dos Direitos da Criança - Notícia RTP



20º Aniversário da Convenção dos Direitos da Criança


quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Dia Mundial da Filosofia

Sabem que dia é hoje? 19 de Novembro, dia Mundial da Filosofia. Haverá mandeira de explicar às crianças, uma matéria tão rflexiva como esta. Bem parece que sim. O projecto Filosofia Com Crianças, demonstra bem que desde pequenino se pode passar às crianças todos os valores e ensimentos da filosofia.


A Filosofia para Crianças (FpC) surge pelas mãos de Lipman. Para o norte americano, o programa de Filosofia para Crianças tem como objectivo cultivar o desenvolvimento das capacidades cognitivas, a propósito de discussões de temas filosóficos, iniciando assim os jovens e as crianças na Filosofia. O paradigma educacional que surge desta proposta de Lipman visa desenvolver os pensamentos crítico, criativo e cuidativo.O método lipmaniano apresenta um conjunto de histórias, estruturadas em diálogo, apresentando um contexto cultural mínimo, de forma a poderem ser utilizadas em diferentes culturas. Numa linguagem adaptada às crianças, procura-se levar a criança a considerar os diferentes pontos de vista, não a aceitar de imediato as ideias que as várias personagens encarnam. E... meia dúzia de chapéus às cores? Humm, seis chapéus do pensamento? Para Edward de Bono, o pensamento é uma competência operativa com a qual a inteligência age sobre a experiência. O pensamento crítico é valioso apenas se tivermos um pensamento que seja construtivo e criativo. Para o autor de Ensine os seus filhos a pensar, não basta ensinar o pensamento crítico. O pensamento crítico aliado ao pensamento criativo dão lugar às novas ideias. "A criatividade não é uma dádiva mística. Podemos treiná-la.", afirma Bono. O projecto http://www.filosofiacomcriancas.com/ tem como objectivo dar a conhecer estas metodologias, através de workshops e cursos de formação para adultos, bem como oficinas e ateliers para as crianças.

Visitem o site e vejam agora o que as crianças têm a dizer sobre a Filosofia



Convencer os pais a não fumar - Dia Mundial do Não Fumador

Como alertar nunca é demais, o Dia Mundial do Não Fumador, foi noticia nos noticiários. A RTP1 mostrou-nos uma iniciativa levada por uma Associação de Braga com a preciosa ajuda dos alunos do ensino básico. A ideia foi convencer os pais de que o fumo do Tabaco também prejudica quem está ao lado, além de todas as consequências já conhecidas.



Dia Mundial do Não Fumador

No passado dia 17 de Novembro, comemorou-se o Dia Mundial do Não Fumador. A Escola Secundária do Bocage teve as suas habituais iniciativas e pelos corredores encontravam-se panfletos e trabalhos que mostravam os problemas causados pelo Tabagismo. Mas numa pesquisa feita pela Internet, encontrei este trabalho dos alunos do 8ºE, publicado no jornal online, O Perdigoto, da Escola EB 2-3 Cidade de Castelo Branco. Está muito original. Créditos mantidos, vamos à originalidade.