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sábado, 28 de novembro de 2009

O Protesto - Português

Nas aulas de Português falámos sobre o Protesto. E falou-se de tantos tipos de protesto que até deu para perder a conta. O Grafitti, os cartazes ou até uma música pode ser uma forma de protesto. Assim sendo amigos leitores apresento-vos aqueles que são para mim os maiores protestantes de Portugal actualmente. Apresento-vos alguem que diz o que tem a dizer sem medo de retaliações. Apresento-vos Neto e Falâncio, Os Homens da Luta.

Os Homens da Luta

Neto e Falancio são os homens da luta, personagens humoristicos do programa da sic radical Vai tudo abaixo, a sua vida rege-se pelos valores do 25 de abril de 1974 de tal maneira que da idumentária ao vocabulário que utilizam tudo remete o publico para esse período da história do nosso país, é como se estes dois já muito famosos personagens tivessem saído de uma máquina do tempo, um a vociferar ao megafone sobre os direitos da classe operária e o outro a cantar o inconfundivel “kirikirikirkirki”, a sua imagem de marca. Nos últimos 3 anos, no âmbito do programa televisivo onde são sem duvida os protagonistas, tornaram-se incontornáveis no panorama do humor em Portugal.

O reconhecimento do público e da crítica a este original sketche motivou os irmãos Nuno e Vasco Duarte, os seus autores, a criar um espectáculo de comédia musical : “A luta continua- dá-lhe Falâncio” no qual transportam para palco a realidade destesw engraçados homens da luta, para isso formaram uma banda inspirada na riquissima tradição musical deste período histórico, de zeca afonso a francisco fanhais, de josé mário branco a manuel freire este espectáculo funciona como uma viagem no tempo a uma época histórica onde a canção era uma arma e tranportava os anseios e sonhos de um povo, o nosso!

A pesquisa musical e visual dai inerente levou-os a inserir nesta formação musical instrumentos tipicos da musica tradicional portuguesa como a rabeca, o cavaquinho, os tambores de caixa, a gaita de foles e a concertina, tudo conjugado com imagens da época pois este é um concerto onde se funde a comédia,a musica e o video com um unico propósito: o de criar o mais original e divertido espectáculo do ano!



Paralelamente surge também a pré candidatura dos autores deste espectáculo à Câmara Municipal de Lisboa num acto simbólico para agitar as mornas e fétidas águas em que se move a politica portuguesa tão posta em causa pela actual crise mundial. Propostas como a reforma agrária na cidade prometem fazer furor neste ano politico.

“e o povo , pá?” tema escolhido para o primeiro videoclip da banda já pode ser visto e ouvido no cibermundo . Esta musica e os seus interpretes, os Homens da Luta foram os vencedores do 1º Festival alternativo da canção e representarão Portugal nas escadas de acesso do festival Eurovisão da canção que terá lugar dia 16 de Maio em Moscovo...

É caso para dizer: A luta continua!!





Homens da luta - E o povo pá??
Da-lhe Falancio, pá!!
Pois é camaradas,pá!
Chegou a luta,pá, para provar que a cantiga ainda é uma arma,pá, e que deve e pode refectir os anseios do proletariado nacional, nestas alturas de grande crise,pá
A luta vai meter a boca no megafone, para explicar aqui nesta cantiga,pá, quais é que são os problemas que realmente afectam a nação, pá
Então cá vai!

[VERSE:1]
É o desemprego,pá,a corrupção,pá, endividamento,pá, adepressão,pá, o aquecimento,pá, a recessão,pá
E como se isto não bastasse a reacção,pá
E os oprimidos,pá, os individados,pá, os suprimidos,pá, os separados,pá, os desvalidos,pá, desalinhados,pá e os sem-brigo coitadinhos dormem no chão,pá

[Refrão]
E o povo, pá?
E o povo, pá?
Quero dinheiro para comprar um carro novo,pá (2)

[VERSE:2]
São indigentes,pá, são insolventes,pá, são repetentes,pá, delinquentes,pá
É só aumentos,pá, despedimentos,pá, aluimentos,pá, desenvestimentos,pá
E os camponeses,pá, e os professores,pá, e os reformados,pá e os pescadores,pá, e os subsídios,pá, e os ordenados,pá, e as dividas e os créditos mal parados,pá

[Refrão]
E o povo, pá?
E o povo, pá?
Quero dinheiro para comprar um carro novo,pá (2)

[VERSE:3]
Ah, pois quero pá!
O povo tambem quer Ferraris,pá, o povo tambem quer Maseratis e Bentleys e Lamborghinis,pá
Porque são só os jogadores da bola a ter,pá
O povo tambem quer o novo CLK 200 da Mercedes,pá, o povo tambem quer um BMW Z3,pá, aquele muito bonito, com os estofos creme em pele,pá e com a manete das mudanças em marfim,pá
O povo tambem quer o novo Audi A8 com o motor Z12,pá que gasta 35 litros aos 100, mas dá a volta á 270 na autoestrada,pá
O povo tambem trabalha,pá!!

[Refrão]
E o povo, pá?
E o povo, pá?
Quero dinheiro para comprar um carro novo,pá (2)


domingo, 28 de junho de 2009

Oficina de escrita

Esta semana resolvi postar também o meu conto feito para o teste de Português. Foi um conto que gostei muito de fazer e com o qual fiquei satisfeito pelo resultado final. Correu muito bem e a nota do teste também o demonstrou. Mas mais do que isso, esta história revela aquilo que eu gosto na leitura. Um verdadeiro conto onde a imaginação se sobrepõe à realidade. Foi muito devido ao conto que o teste correu tão bem. Assim sendo e como à muito tempo que não coloco um trabalho no Blog propriamente dito, visto que o meu portfolio está Online no Scribd, então aqui vai a história de...

O Mago e o Aprendiz

( baseado num excerto dado pela Professora Josete de Português, abaixo indicado)

Um velho mago muito sábio, possuia poderes curativos e acreditava na combinação das espécies. Um dia instrui um aprendiz revela-lhe algumas poções secretas...

Posso dizer com toda a certeza que conheço as magias deste mundo em que vivo. Conheço as artimanhas, os truques e os andarilhos da feitiçaria que passa de professor para aprendiz. Alunos tive muitos, até porque a idade já pesa. Sem querer alimentar o meu ego, digo sabiamente que sou sábio, depois de uma longa jornada ao ouvi-lo da voz do povo. Lembro-me de ter tido outro nome. Insano ou maluco, como me chamavam as crianças que riam a bom rir das minhas tentativas em combinar várias espécies de animais com a raça humana. Já não riam os pais, que por acreditarem tanto nos meus poderes curativos, deixava-me vaguear pelas minhas poções como uma espécie de moeda de troca pela boa vontade do mago mor que ora sim ora sim lá salvava as suas crias. Ser mago não era para qualquer um, mas eu desde sempre, revelara um enorme talento para a coisa. Com 7 anos de idade maga, qualquer objecto ou coisa que se assemelhasse a um ingrediente mágico, fazia parte da minha lista pronta a entrar no caldeirão mágico. O meu pai dizia que era coisas de miúdo. Já a minha mãe enervava-se muito. Principalmente porque eu tentava atravessar paredes, com palavras mágicas, até em casos de emergência como ir à casa de banho, fazendo aqui a magia noutro sítio devido ao tempo que perdia a viajar pela mente encruzilhada de um mago. Aos 16 anos fugi de casa. O meu sonho era ser mago e eu estava farto de combinar água com legumes, porque sabia bem que era uma sopa. Um mago era insano, não era parvo. Sofri em busca de um sustento, mas lá trabalhei numa loja de ferragens. Chegou um dia, à minha beira, um velho de longas barbas brancas, ar sábio de quem conhecia o mundo, óculos descaídos e roupas muito longas. Pediu-me uma espada que conseguisse furar as entranhas de um Dragão. Mas não era um Dragão qualquer. Era um Dragão alado que cantava ao raiar do sol. Um Dragalo. Uma mistura de Dragão com Galo. Eu fiz a melhor espada que soube. Quando lha dei, olhou para mim de alto a baixo, espetou a espada na madeira da bancada, agarrou-me pelo braço e levou-me da loja de ferragens. Enquanto me agarrava no braço disse-me que eu tinha alma de mago e que reúnia as 3 condições essenciais para se ser um. Estava a meu cargo, era inteligente e desenrrascado e como se não bastasse acreditava na combinação de espécies. Perguntei o que a ultima queria dizer. O mago passou a mão pela barba e disse que só quem acredita neste pressuposto, pode construir uma espada que furasse um Dragalo, na medida em que o mesmo não existia, ou tinha sido avistado atá à data daquela conversa. Enquanto os meus olhos brilhavam, na esperança do sonho de uma vida, o mago prometeu ensinar-me as suas duas poções mais secretas, podendo dar continuidade ao seu trabalho, porque um mago vive mais anos, mas tem direito à reforma. Fique lisonjeado e trabalhei muito para receber todos os seus ensinamentos. Com 25 anos, já curava pessoas. Os poderes curativos são os mais fáceis de aprender. 10 anos depois aprendi a teletransportar-me. Finalmente. E não eram precisas palavras mágicas como tinha pensado. Cheguei à conclusão que minha mãe tinha razão ao dizer que eu parecia parvo, quando me punha a gritar palavras inexistentes. Hoje, tenho 107 anos e ainda não aprendi a fazer um Dragalo. Ser mago é um ensinamento para a vida. Somos os curandeiros de aldeias, os mestres de feitiçarias e os malucos das poções. Mas acredito que se podem combinar espécies. Por isso é que ainda hoje tento combinar um Dragão com um Galo. Quando descobrir, e se tiver um aprendiz no momento, não lhe direi, porque a vida de mago é mais intensa se tivermos algo em que acreditar. Mas posso ensinar-lhe a salvar uma vida. Basta dizer a um menino que uma sopa de legumes é a melhor das poções, de modo a bebê-la, e ele ficará salvo das garras da mãe. Isto é quase certo. Os que ainda estão a pensar no Dragalo, pode ser que nos encontremos.

domingo, 7 de junho de 2009

Kung Fu Panda - Opinião Crítica

Saído o ano passado e mais recentemente em DvD, Kung Fu Panda, realizado por Mark Osborne e John Stevenson, é mais uma obra prima saída directamente dos estúdios da DreamWorks, responsável por sucessos como Shrek ou Madagáscar. A recorrente aposta em animais como personagens principais tem tido um enorme sucesso e desta vez o herói dá pelo nome de Pô, um Urso Panda felpudo, gordo e muito engraçado. De facto é este ar meio desajeitado de Pô que o transforma num herói pouco comum, oferecendo ao espectador muitos e bons momentos de pura diversão.
A mensagem do filme é já um clássico. A busca de um sonho quase impossível recorrendo à força de vontade e à capacidade de luta que existe em cada um de nós, foi já diversas vezes utilizadas em filmes como Ratatui ou À procura de Nemo, da Disney Pixar. Sendo assim, o argumento é bastante simples mas funcional, especialmente se tivermos em conta o público alvo. Pô, o tal urso trapalhão, trabalha no restaurante da família e tem o sonho quase impossível de um dia se tornar mestre de Kung Fu. Um dia o sonho começa a tornar-se realidade quando Pô inesperadamente se junta aos grandes mestres desta arte marcial, os 5 fantasticos,Tigresa, Grou, Louva, Víbora, Macaco e ainda o mestre Shivu. Contudo Tai Long, um antigo discípulo de Shivu consumido pelo ódio, sede de vingança e poder, consegue fugir da sua prisão e vai em busca do pergaminho, guardado pelo mestre Shivu, reservado ao lendário Guerreiro Dragão. O único capaz de o impedir, é claro está, o desajeitado urso Pô. O enredo mesmo, girando à volta de um tema tão usual, funciona na perfeição e prende o espectador ao ecrã na ansiedade de ver como pode o urso Pô derrotar o terrivel Tai Long.
A animação está simplesmente fantástica com destaque para o soberbo grafismo das personagens e para as incríveis sequências de artes marciais. Os cenários como paisagens, ruas e templos conseguem representar todo o misticismo da cultura chinesa, sendo uma mais valia para o filme. O filme é bastante cómico, ou não fosse Pô interpretado por Jack Black, entre outros actores de renome como Dustin Hoffman, Angelina Jolie e o sempre engraçado Jackie Chan.
A banda sonora está também muito bem conseguida, captando toda a essencia da cultura chinesa. As musicas, as vozes ou o rufar dos tambores retratam o grande empenho por parte da DreamWorks. Este empenho é também visivel na grande quantidade de cultura que nos é transmitida. Nota-se que a DreamWorks fez o trabalho de casa, ao utilizar muitas expressões e factos históricos de modo a tornar a história do filme bastante convincente.
Em suma, Kung Fu Panda é mais um bom filme de animação para toda a família. Não fosse a temática tão actual de Wall-E e talvez Kung Fu Panda tivesse ganho o Óscar para melhor filme de animação. Ainda assim, é um filme muito divertido que nos proporciona 90 minutos muito bem passados. Imperdivel para os que gostam de animação e essencial para os que adoram dar umas boas gargalhadas.

Fiquem com o trailer:



Texto realizado para a semana da escola aberta

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Brincar e divertir é informar e sugerir!

1º - Como já referi o livro "Cão como nós", é espectacular. Mas quem sou eu para o dizer. Oiçam o autor na primeira pessoa. De certeza que é aquele que melhor sabe explicar o que o levou a escrever um livro com tanto sentimento.



2º O sonho comanda a vida. Quando era pequeno ouvia muitas vezes esta música que coloco a seguir. Li o testemunho da Soraia no Blog do Curso. Não é toda a gente que tem a coragem de expor os seus sentimentos. Boa Soraia. Aqui fica os parabéns de um colega e uma música que o teu testemunho me fez lembrar. Tudo é possível. Sobretudo se sonharmos!


sábado, 4 de outubro de 2008

Eu apresento-me

Disciplina - Português


Bem, este é o primeiro trabalho realizado a Português. Podia estar melhor e mais completo é verdade, mas é o primeiro. Espero melhorar daqui para a frente.

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