sábado, 13 de fevereiro de 2010

Os Dentes de Leite

Os dentes de leite fazem a sua aparição por volta dos seis meses e dão lugar aos dentes definitivos cerca dos seis anos. Apesar de serem um curto episódio na "história" da nossa vida, devem ser cuidados, uma vez que o seu estado de conservação vai influenciar a saúde dos dentes definitivos.

Se os dentes de leite de uma criança estiverem cariados existe um risco real de virem a contaminar, desde o início, os dentes definitivos, enfraquecendo o seu esmalte, ainda frágil durante os primeiros tempos de actividade.

Veja quais os cuidados a ter para que a criança possua sempre dentes saudáveis.

1. Escovar os dentes

A existência de bactérias na cavidade bucal é uma situação perfeitamente normal. Porém, quando o número de bactérias de torna excessivo, quebra-se o equilíbrio existente e podem surgir cáries. A principal causa deste desequilíbrio é a falta de higiene oral.

Para prevenir o aparecimento de cáries, entre os seis e os doze meses, a mãe deve limpar os dentes da criança com uma compressa. A partir desta idade, regra geral, a criança já consegue manusear a sua própria escova de dentes (sem usar dentífrico).
A partir dos 24 meses a criança já consegue usar pequenas quantidades de dentífrico sem o engolir e, pouco a pouco, deve ser-lhe incutido o hábito de escovar os dentes depois das refeições.
Atenção: Boa parte dos medicamentos destinados às crianças são açucarados, pelo que devem ser administrados antes da lavagem dos dentes.

2. Fornecer um suplemento de flúor

Os suplementos em flúor estão disponíveis em comprimidos ou em gotas. Podem ser dados à criança desde o nascimento do primeiro dente até cerca da altura em que a criança começa a ter uma alimentação semelhante à dos adultos (catorze meses).

Se as águas do concelho não forem (como acontece frequentemente) enriquecidas com flúor, é aconselhável manter o suplemento de flúor até à adolescência.

3. Uma alimentação anti-cárie

Os açúcares contidos nos alimentos são os principais responsáveis pelas primeiras cáries. As bactérias que normalmente habitam a cavidade bucal transformam estes açúcares em ácidos. Estes ácidos criam cavidades nas quais elas se instalam e continuam o seu trabalho de destruição.

Para eliminar este risco há que fazer uma alimentação diversificada, pobre em alimentos ricos em açúcares. É também muito importante definir horários concretos para as refeições, proibindo o consumo de alimentos (ou seja, chocolates, rebuçados, gomas e outros alimentos desta natureza) fora das refeições.
Porquê?
Porque nestas ocasiões a saliva, que contém enzimas que "partem" as moléculas de açúcar, está menos activa. Logo, estas moléculas estão muito mais disponíveis para serem transformadas em ácidos pelas bactérias. É também importante não exagerar na quantidade de alimentos picados que a criança (já com uma dentição eficiente) consome.

Conhece a "cárie do biberão"?

Este problema pode atingir todos os dentes dos bebés, excepto os caninos e os incisivos inferiores. Deve-se a uma exposição excessiva aos açúcares e tem origem nos biberões com água açucarada, sumos de frutas, leites aromatizados, bem como nas tetinas embebidas em mel.
Para não ter enfrentar este problema, não dê bebidas açucaradas à criança e não a deixe usar o biberão como chupeta.

Fonte: http://www.junior.te.pt/servlets/Gerais?P=Pais&ID=2460

Os Dentes de Leite


Com a boca bem lavadinha

Depois de lerem a a história do Rato Dentolas, nada melhor que ver este vídeo. Com esta música ninguém se esquecerá de lavar os dentinhos. Cantem conosco..." de manhã e à noitinha com a boca lavadinha"!

Hoje vamos ler ... O Rato Dentolas

Ainda à pouco tempo, a professora de Português nos falou da experiencia da sua filhota que espera um presente das fadinhas que lhe levam os dentinhos que caem. Muito bem. Se hoje são fadinhas, outrora fora um rato. O Rato Dentinhos ou Dentolas é um mito que ainda hoje deslumbra as crianças que acordam com a esperança de terem uma pequena lembrança em troca do seu dentinho de leite.

O Rato Dentolas

Hoje vou contar-vos uma história, a história do Rato Dentolas; ou seja, a minha história: a história de um ratinho trabalhador.

Toda a minha família e eu vivíamos numa pequena casa: sim, o papá rato Dentolas e a mamã rata Anita.

A nossa casa era como todas as casas de ratinhos: um buraquinho (nem muito grande nem muito pequenino) para que nenhum gato nos pudesse apanhar.

Dentro havia rolinhos de lã que nos serviam de abrigo no Inverno, pedacinhos de jornal para que o papá soubesse sempre o que se estava a passar no mundo, queijinhos duros, brancos, com buracos e sem buracos (são os nossos preferidos).

Um dia tive uma ideia: mudar-nos! Mas para uma casa diferente das outras. Uma casa muito grande, cómoda, limpa e muito branca.

Pensei, pensei, e decidi que o melhor seria ir viver para um castelo. Fui a correr, contei à minha família; todos saltaram e abanaram os seus rabinhos com alegria. Teríamos um castelo só para nós, sem gatos e com muitos queijinhos!

Então surgiu o grande problema: como é que o havíamos de construir?

A mamã pensou:

- Com algodão, mas... ia durar muito pouco.

O papá disse:

- Com papel! Não... voaria rapidamente.

Nesse momento ocorreu-me uma ideia genial: propor a todas as crianças do mundo que, quando lhes caíssem os dentes, mos entregassem a mim, para poder construir com eles o melhor e mais branco castelo jamais visto ou imaginado antes.

Isso sim, mas com uma condição: como sou muito tímido, os dentes que vos caírem, deverão deixá-los debaixo da almofada, para que quando estiverem a dormir, eu possa passar para ir buscá-los muito devagarinho e sem fazer nem um pequeno ruídinho. Mas, atenção!

Como somos ratos agradecidos e gostamos de fazer surpresas, vão ver que vou levar o dente mas vou deixar algo em troca.

O quê! Ah! Não, não se diz; se o dissesse, deixaria de ser uma surpresa.

Sabem uma coisa? Gostava que o meu castelo fosse o maior, que os vossos dentijolos (dentes que são tijolos) estivessem sempre limpos, fortes e muito bem cuidados. Por isso lembrem-se de mim e cuidem bem deles, escovando-os como deve ser, não comendo demasiados doces e visitando o dentista.

E lembrem-se de que:

" Já no tempo dos meus avozinhos, o rato Dentolas juntava dentinhos.

Por isso, como disse o meu tio Martim, este é um castelo que não tem fim."


17º Dia de Estágio - 12/02/10


Chegou o grande dia do desfile de Carnaval. Semanas de trabalho no meu infantário e na sala das tartarugas. Saias de carochinha alinhavadas, cartolas de João Ratão pintadas e quase todos os meninos presentes. Isto são factores que controlamos. Depois vem a chuva. Um factor que não se controla. E à chuva se resume o dia de desfile carnavalesco. Ninguém foi passear e ficámos pela "Gotinha de Água" onde tiramos fotografias para mais tarde recordar. Assim que cheguei as tartarugas entraram logo para a sala e começaram a brincar com os cestos até o educador dar ordem para arrumar. Ainda cantámos algumas músicas na esperança da chuva se ir embora. Mas não foi. As meninas vestiam de preto. Os rapazes vestiam de branco. Quando o educador mandou arrumarem estava na hora de vestirem os fatos de Carnaval. As meninas vestiam uma saia, bandeletes com antenas de carochinha, laçarotes e colares fazendo sobressair as bochechas e os lábios com pinturas faciais. Os rapazes equipavam-se a rigor com casacas, gravatas e cartolas, destacando-se depois o rosto pintado de rato "Ratão". Eu pintei os meninos, fazendo enormes narizes de ratos. As salas eram preenchidas com a visita dos pais que tiravam fotografias, bem como educadores e auxiliares. Assim se passou a manhã. Rapidamente chegava a hora de almoço, e as tartarugas sentavam-se à mesa. Todos comeram rapidamente e mesmo os que costumam ser mais lentos, até se portaram bem neste dia. Dei o almoço à pequena Joana, que ainda entornou a sopa por cima da nova menina, a Aliana, uma menina que carece de NEE (Necessidades educativas especiais). Isto aconteceu porque a deixei perto da menina e já se sabe que a pequena Joana é o furacão: Por onde passa, leva tudo atrás. Assim, restou efectuar a limpeza. O importante foi que tanto a Joana como a Aliana comeram tudo. À medida que iam terminando, faziam a higiene e necessidades e deitavam-se para dormir a sesta. Ajudei na recolha dos pratos e depois fui almoçar. Logo a seguir, fui um pouco ao exterior. Quando voltei, o habitual. Alguns dormem, outros nem por isso e o pequeno Ruben faz a festa toda. Os meninos do Pré Escolar eram três esta semana. O Daniel Silva, a pequena Lara e o jovem Kélsio que raramente vejo porque não costuma ir às Sextas Feiras ao infantário. Fizeram exercícios relacionados com os números até o Educador mandar levantar, calçar os sapatos, retirar lençóis, guardar na mochila e ir à casa de banho. Sentaram-se depois à mesa e todos se despacharam muito rápido. De seguida realizamos uma pequena festa com muita dança, música, risos, parvoíce, comboios e alguns habituais ralhetes. O tempo ia passando, os pais iam chegando, as crianças iam em fim de semana de Carnaval e a festa terminou. No final do dia, fiz modelagens de balões, para que as crianças pudessem levar uma lembrança para casa. O dia chegava ao final. Despedi-me das auxiliares desejando um bom Carnaval e com a promessa habitual de voltar na próxima semana.

3 anos, 2 objectivos, 1 Sonho


Chegámos às férias de Carnaval amigos. E esta semana passou muito depressa, até porque na Quinta Feira estive adoentado e não compareci às aulas. Assim, vamos começar por descrever as aulas ao longo desta semana. Começando por TPIE, foi altura da professora nos apresentar um novo projecto, cujo link já se encontra dísponivel no blog, intitulado "Conectando Mundos". Um projecto onde participam escolas de vários países, de modo a trabalhar temas como a multiculturalidade ou as migrações. A nossa participação já se fez sentir com um pequeno comentário de grupo nos fóruns já disponiveis no site. Mas não ficamos por aqui. Esta semana iniciámos ainda a história que viajará de infantário para infantário, tendo como base o projecto "Etwinning". É a história de duas andorinhas que partirão à descoberta de vários locais do mundo. Passamos agora para Sociologia. Bem, nesta disciplina, fiz as revisões para o teste, mas não fiz o mesmo, devido a ter estado doente nesse dia. Em Área de Integração, eu e a minha amiga Bruna estamos a realizar um noticiário Róbótico. Algo de muito divertido mas extremamente dificil. De facto, estamos até a encontrar alguns problemas técnicos, mas vamos tentar dar a volta por cima, de modo a mostrar a verdadeira importância da Inteligencia Artificial. A aula de Educação Física foi destinada a avaliação dos módulos de dança. Merengue, Regadinho e Rumba Quadrada foram as danças avaliadas. Danças estas que ficaram já com os respectivos módulos realizados. Em expressão plástica conclui o meu projecto de pasta fimo. Um pequeno boneco a tocar guitarra, que foi ao forno a 110º c durante cerca de 45 minutos. Muito giro. Em Inglês, temos estado a realizar pesquisa de sites e pequenas traduções de textos sobre temas como poluição, animais em vias de extinção ou vegetarianismo. Eu, ainda tentei instalar os dicionários online, mas fui deparado com alguns problemas técnicos. Na aula de Português, continuamos a dar Frei Luiz de Sousa, vendo agora algumas caracteristicas da peça. Em Saúde Infantil, eu e a Bruna avançamos um pouco no cartaz sobre o Suporte Básico de Vida na criança e ainda iniciámos a matéria sobre hemorragias e convulsões. Já na disciplina de Ecdm, esta semana realizamos um exercício muito engraçado onde a partir de várias palavras e situações teríamos de inventar uma historia. Depois ainda tentamos adivinhar a receita para se ser feliz. O destaque desta semana vai para a reunião de Delegados de Turma em que estive presente e onde se abordaram alguns temas interessantes e importantes para os alunos. Realizou-se ainda a votação para os representantes dos alunos no concelho geral e na visita do ministério à escola. Mais tarde fui convidado a representar o profissional aquando esta mesma reunião. Fiquei contente pelo convite e aceitei. O objectivo é dar a conhecer a importância dos cursos profissionais representando todo o espirito deste tipo de ensino. Bem, eu vou dar o meu melhor para defender o profissional, se bem que os TAI da fama já não se safam e ...

...Se disse está dito e fi-lo por escrito!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Vamos Cozinhar...Bolachas com pepitas de chocolate

Aqui fica a minha nova iniciativa. Vamos Cozinhar! A partir de agora podes aprender as melhores receitas para te deliciares a qualquer hora do dia. Todas as semana, entrará pelo menos uma receita novinha. Fica atento e bom apetite!

Bolachas com pepitas de chocolate

Dia Escolar da Não-Violência e da Paz


No passado dia 30 de Janeiro celebrou-se o Dia Escolar da Não-Violência e da Paz, uma iniciativa do poeta, pedagogo e pacifista espanhol Llorenç Vidal. Desde 1964, que a celebração deste dia pretende chamar a atenção de políticos, governantes, pais, educadores e professores que é necessária uma educação permanente pela Não-Violência e pela Paz; que é preciso educar para a solidariedade e para o respeito pelos outros, porque “Uma vez que as guerras nascem na mente dos homens, é na mente dos homens que deve edificar-se a paz”. (Preâmbulo da Constituição da UNESCO)

Porquê a escolha do dia 30 de Janeiro? A escolha da data não foi escolhida ao acaso, mas por que este foi o dia do assassinato de um dos maiores defensores da paz, da não-violência, da justiça e da tolerância entre os povos: Mahatma Gandhi.

Considerado o pai da Índia, Gandhi foi um homem de boa vontade que lutou, sem ódio, pela independência da sua pátria e pela paz do mundo.

Dentro do ideal de paz e não-violência que ele defendia, uma de suas frases foi:

“Não existe um caminho para paz! A paz é o caminho!”.

Sobre Gandhi, Albert Einstein disse que as gerações que hão-de vir terão dificuldade em acreditar que um homem como este realmente existiu e caminhou sobre a Terra.

Para Gandhi, a lei de ouro do comportamento é a tolerância mútua, já que nunca pensaremos todos da mesma maneira, já que nunca veremos senão uma parte da verdade e sob ângulos diversos.

Sê tu, também, um agente de paz.

Fonte: http://cyberteca.wordpress.com/2010/01/25/dia-escolar-da-nao-violencia-e-da-paz/

Aqui fica a minha homenagem à paz mundial sobre a voz de Connie Talbot, numa música que personifica as esperanças e sonhos de todas as crianças sobre um mundo ideal de amor, alegria e paz.

Over The Rainbow - Connie Talbot

Hoje vamos ler...Adivinha quanto eu gosto de ti

Hoje vamos ler...A minha mãe

Hoje vamos ler...O meu pai

Hoje vamos ler...O Velho e o rapaz

O Corcunda de Notre Damme - Teatro Infantil de Lisboa (TIL)


Já que estamos a dar o texto teatral, nada melhor que dar uma espreitadela no magnifico trabalho do Teatro Infantil de Lisboa, com a mais recente peça "O Corcunda de Notre Damme". Uma peça de teatro que agradará certamente a míudos e graúdos, transmitindo muita alegria, boa disposição, ensinamentos e muita diversão. Vale a pena ver!

“O Corcunda de Notre Dame”, conta a história do disforme sineiro de Notre Dame, que se liberta do seu perverso “dono” e ganha a incondicional aceitação do povo de Paris.

Quasimodo, que nasceu com uma deformação física, é forçado a viver escondido na torre sineira da Catedral de Notre Dame, mas o corcunda, julgado apenas pela sua fealdade, afinal é sensível e generoso, luta para salvar Esmeralda, a bela cigana, de uma execução injusta e revela-se um ser excepcional.

Fonte: http://www.til-tl.com/Espectaculo.aspx?ID=17

O medo do escuro

Os dinossauros são animais que criam um enorme fascinio nas crianças. Mas também existem algumas que não gostam destes animais gigantes, criando os seus próprios medos através da sua imaginação. Mas como funciona o medo na criança? Porque é que elas têm medo do escuro? Vamos descobrir.

“Mãe, tenho medo do escuro!”

Este é um apelo frequente entre as crianças, que resistem a ficar sozinhas na hora de dormir. Há que tranquilizá-las, mas sem desvalorizar aquele que simboliza todos os medos.

Quase todos nós na infância, na hora de dormir, lançamos apelos sucessivos para não ficarmos sós e, sobretudo, às escuras. Talvez a maioria de nós já não recorde esses momentos aflitivos. Mas quem tem filhos pequenos sabe, decerto, como o medo do escuro é perturbador.

O medo é, aliás, uma emoção que nos acompanha desde o nascimento. E que se manifesta muito cedo, através da chamada ansiedade da separação. O bebé receia ser separado da mãe: e, em consequência, chora quando ela se afasta do seu campo visual, reacção que mais tarde vai dar origem aos protestos quando a mãe se afasta efectivamente, quer esteja noutra dependência da casa, quer se ausente mesmo.

Este medo primordial só passa quando o bebé consegue representar a mãe na sua ausência física e compreender que, mesmo não estando à vista, a mãe existe e vai voltar.

É um caminho progressivo, no qual se vão encontrando outros medos. O do escuro está-lhe intimamente ligado: a criança que é deixada na sua cama para dormir reage quando a luz se apaga ou a porta se fecha - é o sinal de uma ausência que ela procura evitar a todo o custo, reclamando mais um carinho, o último beijo. Ou reclamando uma luz de presença, para atenuar o momento em que os contornos familiares se desvanecerão na noite: no escuro é como se não houvesse protecção...não se vêem sequer as paredes ou o tecto... Este é um medo que vai evoluindo com a idade.

É mais primário entre os 18 meses e os três anos, associado a monstros e seres aterrorizadores (é o famoso "papão"). Já dos quatro aos dez anos, é mais complexo. O medo do escuro é associado a um vazio que irá ser preenchido por criaturas desconhecidas e misteriosas, mais abstractas.

O que permanece em comum é a impotência da criança perante estes perigos.

Tranquilizar acima de tudo

O escuro pode ser verdadeiramente assustador para uma criança, quer no momento de adormecer, quer se acordar durante a noite. O mais provável é que procure o consolo dos pais, tentando dormir com eles - aí encontra a segurança, conseguindo esquecer o seu medo.

Perante uma criança a braços com o medo do escuro a primeira preocupação dos pais deve ser tranquilizála. O que implica ouvi-la, deixá-la expressar as suas emoções, resistindo sempre a desvalorizar. Há que compreender a importância do medo, fazendo-a sentir que é normal: e, para isso, nada melhor do que evocar algumas histórias de infância, mostrando que também os adultos tiveram os seus próprios medos.

E porque o momento de dormir é particularmente difícil é útil rodeá-lo de algumas rotinas tranquilizadoras: deixar uma pequena luz acesa, a porta entreaberta, o boneco preferido na cama (para tomar conta e afastar os monstros), contar uma história ajuda e muito.

E se o "monstro" aparecer, porque não procurá-lo debaixo da cama ou no roupeiro, pegar-lhe por uma orelha, abrir a janela e espantá-lo? É mais eficaz do que o melhor dos discursos: dizer que não existem monstros nem papões até pode convencer a criança a deitar-se, mas não faz desaparecer o medo.

Com o tempo, o medo do escuro acaba por desvanecer-se. Mas pode persistir até à adolescência, sem que seja sinal de um problema: afinal, é um medo simbólico. E é no escuro que algumas interrogações se colocam, sobretudo na idade de todas as dúvidas e todas as certezas.

Medos para todas as idades

Ter medo é natural. E é mesmo uma reacção que acompanha a infância nas suas diferentes etapas, logo a partir do nascimento:

• Até aos seis meses, o bebé tem medo dos ruídos bruscos, das luzes fortes, de cair e de perder o apoio;

• Dos sete aos doze meses, tem medo dos rostos desconhecidos, de quem o possa separar da mãe, dos objectos que surgem bruscamente no seu campo visual;

• Pelos dois anos, começa a ter medo do escuro, dos animais, das máquinas, das mudanças no seu ambiente, dos trovões;

• Dos três aos seis anos, domina o medo do escuro e, com ele, o medo de dormir só, de ser separado dos pais; surge o medo da doença e da morte;

• Dos seis aos doze anos, os medos são mais reais: acidentes, incêndios, ladrões e ainda a morte; a criança é impressionável pelo que vê e ouve, colocando questões sobre o que a rodeia, preocupando-se com o que lhe possa acontecer e sendo incapaz de relativizar os perigos.

Fonte: http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/action/2/cnt_id/2804/?textpage=1


Actividade - Dinossauro de Cartão

Constroi agora o teu próprio dinossauro com esta magnifica actividade. Um dinossauro feito de cartão para brincares com os teus amigos. Muito divertido.

Vamos Colorir - Os Dinossauros

Nada melhor que colorir agora estes dinossauros. São várias espécies destes lagartos gigantes que há muitos milhões de anos povoaram o planeta terra. E agora podes trazê-los de volta dando-lhes cor!

Dinossauros Radicais (Extreme Dinossaurs)

Foi uma das séries preferidas das crianças e tinham quatro dinossauros como personagens principais. Muito ao estilo das tartarugas ninja, estes Extreme Dinossaurs, ou Dinossauros Radicias, divertiram muitas crianças com as suas aventuras. Fica aqui o primeiro episódio de uma série que conquistou a pequenada.

Os Dinossauros

Esta semana em inglês, um dos temas de pesquisa foram os animais em vias de extinção. A pesquisa recaia sobre quais eram estes animais e o que fazer para que os pudéssemos proteger evitando assim que desapareçam. Contudo, existiu em tempos uma espécie de animal que se extinguiu à milhares e milhares de anos. O Dinossauro, é ainda hoje objecto de estudo e tem sempre muitas curiosidades para contar.

A palavra "Dinossauro" significa "lagarto terrível". Eles foram as maiores criaturas terrestres a habitar o planeta. Alguns eram inofensivos e se alimentavam de plantas. Outros eram caçadores cruéis, que abocanhavam suas vítimas com dentes afíadíssimos, para comer sua carne.

Até o momento já são conhecidas cerca de mil espécies de dinossauros. Os Dinossauros foram os animais mais bem sucedidos na história do planeta. Eles viveram 140 milhões de anos na Terra, o homem existe há apenas 2 milhões e meio de anos!

A teoria mais aceita sobre a extinção dos Dinossauros é a queda de um meteoro na península de Yucatan, no México.

Fonte: http://www.smartkids.com.br/especiais/dinossauros.html

Os maiores animais de todos os tempos



A Música dos dinossauros (Dino's Song)

Vamos Colorir - Super Pack: Os herois de Hoje







Vamos Colorir - As Profissões

Era uma vez um País... de Viriato à Padeira de Aljubarrota

Volta a sugestão de cinema infantil com este fantástico DVD educacional, onde podemos divertir-nos com as divertidas animações e ao mesmo tempo aprender a história do nosso país.

Este DVD vídeo visa despertar o interesse dos mais novos para a História de Portugal.

Com Era uma vez um país... as crianças vão poder aprender, sempre com muito humor e boa disposição à mistura, por que razão alguns nomes se tornaram tão conhecidos e porque é que tantos acontecimentos são ainda hoje recordados.

Este título apresenta cinco episódios animados em 3D que conciliam, sem esforço, o bom humor e a seriedade dos acontecimentos que ditaram o rumo do país: Viriato, o herói lusitano, D. Afonso Henriques, o Conquistador, o milagre das rosas, os amores de Pedro e Inês e a Batalha de Aljubarrota.

Duas áreas complementares fazem as delícias dos mais pequenos: o Karaoke - onde aprendem e cantam as músicas de todas as histórias e personagens - e os Videoclips - onde podem ouvir e assistir aos clips das músicas associadas a cada um dos episódios.

Com Era uma vez um país... De Viriato à Padeira de Aljubarrota aprender História de Portugal é muito mais fácil e divertido!


Hoje vamos ler...Para onde foi o zézinho?

Será possível um livro abordar a educação sexual através de uma história infantil? Claro que sim! E porque o mito da cegonha já lá vai aqui fica uma boa forma de se ensinar às crianças como nasceram.



Hoje vamos ler...Maria Benguela e Pascoal

Será um dos livros utilizados na maleta "Arco Íris" durante o projecto da mala aviada e que aborda o tema da multiculturalidade. Podem agora ler a história que estará na origem de algumas actividades para as crianças.



Os Meus Jogos Infantis - Por Baixo da Ponte / A Corrente

Aqui ficam mais dois exelentes jogos para realizar com as crianças. Óptimo para realizar no espaço exterior durante os dias de estágio. Experimentem!

A importância da sesta

Esta semana a pequena Daniela do meu infantário, dormiu muito melhor depois de eu a tapar com um lençol. O pequeno Ruben, deixou por momentos de fazer traquinices deixando-se vencer pelo sono. O jovem David, escondeu-se debaixo dos lençois e fechou os olhos. Há dias em que não dormem e outros onde a necessidade é tanta que se nota à distancia. Mas qual será a importância de fazer uma sesta? Vamos descobrir!

A importância da sesta da criança

Elas precisam de dormir mais do que um adulto. Mas nem sempre damos muita importância à sesta, na escola e em casa. E, no entanto, durante a sesta as crianças sonham e...crescem.É aos três anos que, em regra, as crianças ingressam no ensino pré-escolar.Naturalmente que muitas frequentam a creche desde os primeiros meses de vida, mas para outras os três anos marcam o primeiro contacto com a escola. Uma nova experiência que corresponde a alguma mudança de hábitos, ao contacto com outras crianças da mesma idade, à presença de um adulto estranho com o qual conviverão boa parte do dia, e ao fim de algumas rotinas que até então mantinham em casa, dos pais ou dos avós.Uma dessas rotinas - e porque as crianças até essa idade necessitam de dormir pelo menos 12 horas diárias - era a sesta. A seguir ao almoço, uma a duas horas de pausa é o mínimo indispensável, sob pena de o dia se tornar demasiado longo e cansativo.Na escola, muitas vezes este hábito perde-se. No pré-escolar público é praticamente inexistente, até por incompatibilidade do horário de funcionamento e por imposição do número de horas diárias que cada educadora deve dedicar a actividades lectivas.

Sono diurno importante como o nocturno

No sistema privado, porém, o panorama é diferente: com horários extensivos, muitos dos jardins de infância proporcionam às crianças o descanso que o seu pequenino corpo pede. A solução encontrada passou por alargar a hora de almoço das educadoras, de maneira a sobrar algum tempo útil após a sesta para as actividades pedagógicas. O sono diurno é tão importante como o sono nocturno. Aos três anos, o corpo precisa de ver satisfeita a sua necessidade de um intervalo para descanso. Até porque dificilmente à noite dormem as 12 horas consideradas retemperadoras nesta idade.Poucos serão os pais que deitam os filhos às oito da noite e os acordam às oito da manhã...Devido aos horários laborais, que pouco se compadecem com as necessidades infantis, muitas crianças acabam por adquirir os hábitos de vida dos pais - deitar tarde e acordar cedo. Para elas, a sesta diária é indispensável.Sem a sesta, crianças que logo às oito da manhã entram na cruel engrenagem do stress quotidiano ficam rabugentas, implicam umas com as outras, cabeceiam - fazem tudo menos prestar atenção às propostas das educadoras, por mais lúdicas que sejam. Em suma, não dão rendimento.O que se compreende. A verdade é que o sono é tão importante como a alimentação. O descanso é fundamental para o equilíbrio da criança. É a hora da intimidade, o período em que a criança recorda as actividades que fez, em que se tranquiliza com as imagens das pessoas de que mais gosta.

A sesta dá saúde e faz crescer

É durante o sono que as crianças sonham e, fazendo-o, é como se recarregassem as pilhas do seu sistema nervoso. Hora e meia a duas horas depois, acordam como novas, bem dispostas, prontas para o lanche para as actividades que se seguem até à hora de regressar a casa. Uma criança que não dorme a sesta acaba inevitavelmente por adormecer a caminho de casa. E quando isso acontece a "culpa" não é dos balanços do autocarro ou do carro: é tão só porque estão esgotadas. É claro que há excepções, mas a sesta deve ser a regra em casa e na escola, embora naturalmente o período de sono vá regredindo. É a criança que o encurta espontaneamente e aos cinco anos já nem sequer quer dormir, até que com a entrada no ensino básico (a antiga primeira classe) este hábito se perde.Mas até lá há que insistir. Criando na escola um ambiente propício ao descanso. Depois de almoço e de lavados os dentes, as crianças devem voltar calmamente à sala, ajudando a educadora a preparar o espaço para dormirem. As janelas devem ser ligeiramente cerradas, mas deixando entrar luz suficiente para que afugentar os medos próprios destas idades e para que as crianças distingam o sono diurno do sono nocturno.A sala deve ter uma temperatura agradável e as crianças devem dormir entre lençóis e não apenas tapadas por um cobertor. Na hora de acordar, a educadora deve ir abrindo as janelas, falando baixinho com as crianças para as despertar, aliciando-as para as brincadeiras que se seguem.À medida que crescem, é natural que uma ou outra criança não queira dormir, o que lhe deve ser permitido desde que não perturbe os demais. Assim como as refeições têm horário, também a sesta deve ter a sua rotina, embora de vez em quando possa ser suprimida. Uma regra válida para a escola e para casa. Também aqui é importante a criação de um ambiente tranquilo, mas isso não implica a cessação das conversas e dos ruídos habituais numa casa. Não é preciso desligar a televisão nem o telefone.O ideal é que a criança durma a sesta no seu quarto, mas se ela preferir o sofá, deve ser-lhe permitido, de modo a que a sesta seja vista como atractiva e não como uma imposição dos pais. Para que a criança adormeça mais facilmente, pode estabelecer-se um pequeno ritual, do tipo contar uma história ou cantar uma canção. Mas mais breve do que à noite, porque o sono também é mais breve.

Fonte: http://acegonhacorderosa.blogspot.com/2009/07/importancia-da-sesta-da-crianca.html

Saúde Infantil - Primeiros Socorros

Esta semana em Saúde Infantil demos a Posição Lateral de Segurança. Pois bem. Aqui ficam estes excelentes vídeos explicativos sobre como proceder em diversas situações, sendo que uma delas é como colocar uma vítima em posição lateral de segurança.




Chamada de Emergência - 112







Suporte Básico de Vida






Asfixia









Posição Lateral de Segurança



Fonte: http://www.enb.pt/index.php?option=com_frontpage&Itemid=1

16º Dia de Estágio - 05/02/10


Depois de mais uma semana de trabalho, eis que chegou mais um dia de estágio. E que dia. Muito trabalhoso e cansativo mas ao mesmo tempo gratificante por tudo o que envolve cada dia de estágio. Desde a ajuda que me é dada pelo educador ao carinho das crianças, tudo se transforma em algo de muito positivo. Assim que cheguei as "tartarugas" já estavam na sala, juntando-se a elas mais tarde os "Cogumelos", visto que uma educadora não estava presente. Assim, a minha sala viu-se invadida por mil e uma brincadeiras ao cubo. Depois de brincar um pouco, iniciei a actividade do dia, com a pintura das cartolas do "João Ratão" que serão utilizadas na próxima semana durante o desfile carnavalesco. Esta actividade consistia em ajudar as crianças a pintarem as cartolas. E se as crianças mais velhas já conseguiam controlar melhor o pincel sendo apenas necessário ir orientando os espaços a pintar e virando a cartola, as crianças mais pequenas mereciam uma atenção maior pois a motricidade fina não estava ainda totalmente desenvolvida. Um a um, todos iam pintando, enquanto os amigos brincavam com os cestos dos brinquedos. A meio da manhã, a auxiliar da minha sala foi para a sala dos cogumelos, pois a das tartarugas começava a ficar lotada. Eu, à medida que ia terminando cada cartola e já depois de retocar, ia colocando uma a uma para secar. A hora do almoço chegava num instante. O pequeno Rafael já começa a comer mais. Apesar de ainda ser devagar, é notório o esforço conjunto de comunidade educativa e familiares. O jovem David não queria partilhar a comida com o amigo Daniel. Este por seu turno, estava com medo que o almoço fugisse, já que tinha demorado mais a pintar as cartolas. Resultado? O David levou um prato sem comida e apesar de ter recebido o prato depois, como é óbvio, foi uma forma de aprender que não é necessário ser egoísta com os amigos. Já o Daniel recebeu um prato repleto de comida a transbordar e teve de comê-lo até não poder mais, para que aprenda que não é preciso ter mais olhos que barriga. Depois de ajudar a arrumar a sala, foi a hora da sesta. Desta vez fiquei com eles. Durante a mesma, a pequena Daniela queixou-se de frio. Peguei num lençol e tapei-a, ao que ela acenou com a cabeça como quem diz obrigado. Sem igual! Ainda durante este tempo, o jovem Rafael Pratas, veio de castigo para a minha sala. Enganava-me bem, porque eu não dizia que aquele rapaz se portava mal, já que enquanto lá esteve não fez um único ruído. Assim que acordaram, fez-se o tal ritual. Calçar sapatos, tirar lençóis, guardar na mochila, ir à casa de banho e sentar à mesa. O lanche era pão e leite, e até os que demoram mais a comer, comem mais rápido para beber o leite. Não são parvos. Hora de ir ao exterior brincar. Lá fora fiz a Falua e ainda ouvi a lengalenga do doce, muito bonita, ainda para mais sendo o pequeno Mateus de outra sala a contar-me. Quando o frio se fez sentir, voltamos para dentro. Enquanto as auxiliares alinhavavam os coletes do João Ratão, eu coordenava as brincadeiras entre construção de comboios, jogos de encaixe e cestos de brinquedos. Os pais iam chegando e as crianças eram cada vez menos. Então vamos arrumar e fazer algo mais intimista. um DVD músical, onde a pequena Rafaela exibiu os seus dotes de cantora. Chegava as 18:30 e era hora de ir para o piso inferior. Arrumei as minhas coisas e saí com a auxiliar. Despedi-me e prometi voltar na próxima sexta. Um dia em cheio.

3 anos, 2 objectivos, 1 Sonho


Já la vai mais uma semana. Teste, trabalhos, projectos e como não podia deixar de ser casos novos dignos de um verdadeiro Sherlock Holmes. Elementar, meus caros leitores, pois sabem que desde o inicio o curso é dado a estes episódios. Mas desta vez nem sequer vou fazer comentário acerca do mesmo. Estou um pouco farto de brincar aos cowboys numa pradaria. Por isso vamos ao que verdadeiramente interessa. As aulas. Começo com TPIE, como habitualmente. Esta semana conhecemos um novo projecto intitulado "Conectando Mundos", já que como o nome indica, baseia-se em escolas espalhadas pelo mundo. Avançamos um pouco mais no nosso projecto da Multiculturalidade, recolhendo actividades para a nossa maleta do "Arco-Íris", onde três livros já estão escolhidos como ponto de partida. Basta agora dar continuidade e fazer as ideias fluírem. Em Sociologia revimos alguma matéria e terminámos de ver o filme "North Country", que retratava as desigualdades perante as mulheres. A aula de Educação Física esteve entregue ao Andebol e a algum exercido muscular. Já na de Saúde Infantil, falámos sobre a Posição Lateral de Segurança e iniciámos um trabalho de pares. A minha parceira é a minha amiga Bruna como habitualmente e escolhemos o tema "Suporte Básico de Vida na Criança", cuja informação recolhida será transformada num cartaz A4. Esta semana, em Português, recebemos o teste pelo qual fiquei mais satisfeito do que esperava e vimos o filme "Quem és tu?" de João Botelho, baseado na peça Frei Luiz de Sousa, de Almeida Garret. A Inglês terminamos a ficha sobre o Eco Turismo, fizemos a distinção entre Adjectivos e Advérbios e ainda houve tempo para realizarmos um trabalho de pesquisa sobre animais em vias de extinção, a poluição da água, o vegetarianismo, campanhas de meio ambiente entre outros assuntos. Nas aulas de expressão plástica é a pasta Fimo quem reina. Estamos a trabalhar com esta pasta que tem caracteristicas muito próprias como o facto de ser difícil de moldar e ter de ir ao forno de modo a obtermos o produto final. Ainda assim, é mais uma boa actividade para, quem sabe um dia, realizar com crianças. Em ECDM, começamos a preparar a peça "Carochinha: E Se o João Ratão Não Morresse?". Uma peça baseada na história contada durante a festa de Natal do meu infantário. Será difícil fazer com que tudo saia bem, mas penso que com trabalho todos nós conseguiremos o melhor resultado. Uma coisa é certa. A peça é muito divertida de realizar. Ainda realizamos um exercício dedicado á interpretação de uma personagem que a stôra nos indicava como um actor, um cantor ou um político, por exemplo. As perguntas é que por vezes não eram lá muito boas, mas nada que não se espere depois de ano e meio. Resta então fazer o destaque da semana. Área de Integração é o destaque da semana, onde o trabalho sobre a Inteligencia Artificial corre muito bem. O meu par, é como não poderia deixar de ser a Bruna, e tivemos a ideia de criar uma reportagem à turma no futuro, onde reinaria a Inteligencia Artificial. Um trabalho cheio de humor, que dará trabalho, mas que está a ser bastante divertido de realizar. Uma coisa é certa. Podemos garantir que no futuro haverá inteligencia. Quanto mais não seja, artificial e ...

...se disse está dito e fi-lo por escrito!

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

15º dia de estágio - 29/01/10

Chegou mais um dia de estágio. O 15º Dia de formação em contexto de trabalho. Quando cheguei à gotinha de água, as tartarugas já se encontravam no interior da sala a fazerem puzzles. Exactamente. Puzzles. E seria esta a actividade do dia, visto que grande parte da manhã foi ocupada na resolução destes jogos e de outros quebra cabeças, dando também tempo ao educador de dar continuidade aos preparativos para o dia em que festejarão o carnaval. Dia 12, uma Sexta Feira portanto, as minhas tartarugas irão passer à baixa da cidade vestidos a rigor. O dia teve muito de corte e costura, pois uma das tarefas foi a realização de saias de carochinhas. Enquanto o educador fazia diversos contactos, necessários para o dia do desfile, as crianças entretiam-se então a jogar puzzles. Seria fácil dizer que a manhã foi basicamente isto. Mas um puzzles não é um simples jogo. Tem muito para ensinar às crianças, e ao mesmo tempo que as diverte, também as ensina. E nós também aprendemos sempre muita coisa, pois segundo a pequena Daniela, a princesa que supostamente terá ficado em casa de sete anões, chama-se "Boneca de Neve".

Os puzzles constituem um dos brinquedos favoritos de aprendizagem das crianças, pais e educadores. Ao brincarem com puzzles e quebra cabeças as crianças melhoram a sua experiência educacional tanto em casa como na escola, desenvolvendo algumas capacidades tais como:

Capacidades cognitivas – Ajudam as crianças a desenvolver e a melhorar o raciocínio. Ensina a criança a perceber a relação “ do todo com a parte” e aumenta a percepção visual e espacial. Dependendo dos temas dos puzzles, estes também podem ensinar-lhes uma grande variedade de tópicos como o alfabeto, os números, as cores, reconhecimento de formas, e ainda noções de categorias como transportes, animais de estimação, etc.

Perícia – São também uma forma divertida de melhorar a perícia e as capacidades motoras das crianças. Estas capacidades serão muito importantes quando a criança começar a escrever, desenvolvendo este processo muito antes de saberem segurar num lápis. O acto de pegar e agarrar nas peças de um puzzle, colocando-as nos sítios certos, irá ajudá-las no desenvolvimento destas capacidades motoras.

Coordenação Óculo - Motora – O facto de a criança manipular as peças vendo se encaixam ajuda a reforçar os seus processos de coordenação óculo – motora.

O meu papel – O meu papel no desenrolar desta actividade, passava por ajudar as crianças na montagem dos puzzles e dar às crianças puzzles que se adequassem à dua idade, visto que a sala é héterogenia. Assim, havia puzzles para todas as idades, desde os 3 aos 5 anos.

Assim se chegava a hora de ir ao exterior brincar. O frio que se vazia sentir, fez com que as tartarugas fossem brincar para o pátio inferior, onde o sol incidia com maior força. Durante este tempo destaque para duas situações. A pequena Daniela, recusou-se a dar a mão a uma amiga na hora de fazer o comboio. De facto, não sei bem porquê e é coisa que nem quis "saber", pois todos os amigos são iguais dentro do infantário. É visivel que por vezes as crianças são bastante selectivas, uma situação que não é muito correcta, visto que todos devem ser amigos dentro da sala. Disse-lhe apenas que se não desse a mão à amiga, não iria ao exterior brincar. Acabou por dar, e foi brincar. Já no exterior foi a vez do pequeno Ruben ficar de castigo, pois bateu numa amiga. Errado! Não fez comboio no regresso ao interior e foi comigo para cima. Na fila para a casa de banho foi um dos ultimos juntamente com o jovem Leandro, que estava eléctrico demais. Depois de fazerem a higiene e necessidades, foi hora de um almoço, onde muitas crianças tiraram o dia para ser armarem em preguiçosas, pois normalmente comem bastante rápido. Até chegar a minha hora de almoço, ia ajudando sempre que necessário na recolha dos pratos e na distribbição da sobremesa. Fico sempre no infantário, até irem terminando os almoços, contudo neste dia tive mesmo de fazer uso da minha hora de almoço e fui um pouco mais cedo. Assim que voltei, muitas crianças estavam acordadas, enquanto os meninos de pré escolar continuavam a trabalhar os números. Para fazê-los dormir, é por vezes uma carga de trabalhos. Destaque para o pequeno Ruben, que parecia uma bailarina, quando o Educador lhe tirou as calças para fazer enchimento no colchão, já que o reguila arrancou a esponja do mesmo. Por volta das 15:00, o tal ritual. Levantar, calçar sapatos, tira lençois, arrumar na mochila e ir à casa de banho. Seguiu-se o Lanche. À medida que acabavam iam sentando-se no átrio. Eu e a auxiliar de sala, limpáva-mos tudo, enquanto a auxilar de outra sala já tinha levado as crianças para o exterior. Mas foi por pouco tempo. O frio fez-se novamente sentir e passada meia hora, já estavam de novo no interior a brincar com legos. Enquanto brincavam, eu ajudava a alinhavar as saias da carochinha, ao mesmo tempo que tentava dar um "Olhinho" ao que as crianças estavam a fazer. Os pais iam chegando. As crianças iam saindo. E chegavam mais pais. E chegava a minha hora. Assim que acabei o trabalho, despedi-me de todos, com a promessa de voltar para a próxima semana.